Publicidade
Publicidade - Super banner
Pan
enhanced by Google
 

A poucas horas da abertura, Hugo Hoyama teme tremedeira

Mesatenista será o porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura. “Tomara que não derrube a bandeira”

Marcel Rizzo e Vicente Seda, enviados iG a Guadalajara |

Hugo Hoyama garantiu que dormiu na noite que antecedeu à cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos, mas aos poucos vai chegando a hora de segurar a bandeira brasileira no desfile das delegações o coração está batendo mais acelerado e ele admitiu ao iG: “Tomara que eu não derrube a bandeira por causa da tremedeira”, disse o mesatenista de 42 anos.

Veja também: Rio e Guadalajara têm custos diferentes, mas problemas similares

Wagner Carmo/Inovafoto/COB
Hugo Hoyama é um dos atletas mais experientes da delegação brasileiro no Pan
Escolhido pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) para ser o porta-bandeiras da inauguração da competição em Guadalajara, na noite desta sexta-feira (22h de Brasília), Hoyama contou que procurou esquecer o assuntos nos dois últimos dias para se preparar para a competição, que já começa neste sábado no torneio por equipes.

Confira ainda as fotos com as beldades que participam do Pan no México

Com nove medalhas de ouro em Pans, o recorde do país até o momento, Hoyama havia projetado encerrar suas participação em Pans no Rio de Janeiro, em 2007, quando foi apenas bronze no individual (e ouro por equipes). Voltou atrás por achar que ainda disputa jogos em alto nível - no total são 14 medalhas em Pans, menos apenas que Gustavo Borges, que tem 19.

Veja também: Guadalajara tem sol e cerimônia de abertura não deve mudar

Abaixo a entrevista que concedeu ao iG, da Vila Pan-Americana, onde descansava para representar o Brasil no México:

iG: Conseguiu dormir nessa noite que antecedeu a abertura?
Hoyama:
Consegui, sim. Estou preparado para a competição, quero representar o Brasil bem no torneio, mas claro que recebi como uma grande homenagem a escolha como porta-bandeiras. Como treinei bastante esses dias, o sono do cansaço foi pesado (risos).

iG: Esperava ter esse reconhecimento do COB depois de tantos anos e de quase encerrar a carreira?
Hoyama:
O COB sempre escolhe os melhores né, aqueles que representam algo importante para o país. Realmente não imaginava, apesar de algumas pessoas me falarem que eu poderia ser o escolhido, mas não fiquei com essa expectativa, não. Se não acontecesse, estaria tudo bem.

iG: Você acha que os brasileiros serão seus principais rivais para conseguir mais medalhas em Pans?
Hoyama:
Quase sempre são. O Thiago Monteiro e o Gutavo Tsuboi são talentosos e vão entrar na disputa. Tem mais um dois mesatenistas que podem chegar o Lin Ju e o Liu Song (ambos chineses naturalizados, o primeiro pela República Dominicana e o segundo pela Argentina), mas acho que o Brasil está forte. Por equipe o ouro é bem realidade.

iG Você desistiu de parar mesmo. Imagina mais um Pan, em 2015 (em Toronto, no Canadá)?
Hoyama:
Por que não? Meu tornozelo estava muito ruim depois do Pan do Rio, mas continuo jogando em alto nível. Vamos ver, quando o corpo pedir eu paro.

iG: E para segurar a bandeira o preparo físico está bom?
Hoyama:
(risos). Sim. Só estou com medo de que a tremedeira faça a bandeira cair.

Leia tudo sobre: Pan 2011BrasilHugo HoyamaTênis de mesa

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG