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Consórcio formado pelas empresas Odebrecht, Carvalho Hosken e Andrade Gutierrez ficará à frente da construção

Projeto do parque olímpico para as Olimpíadas do Rio 2016
Divulgação
Projeto do parque olímpico para as Olimpíadas do Rio 2016
A Prefeitura do Rio de Janeiro recebeu apenas uma proposta para a licitação do parque olímpico: a do consórcio formado pelas empresas Odebrecht, Carvalho Hosken e Andrade Gutierrez. O governo municipal vai avaliar se o consórcio cumpriu todos os requisitos e se está habilitado a participar.

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O projeto do parque olímpico é uma parceria púbico-privada e está avaliado em R$ 1,4 bilhão. R$ 850 milhões são do terreno onde se situa o autódromo de Jacarepaguá, na zona oeste, que será doado pela Prefeitura.

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Além disso, a administração municipal vai desembolsar R$ 550 milhões na construção. As empresas vencedores terão que encaminhar uma proposta neste valor ou abaixo dele.

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O diretor-jurídico da Confederação Brasileira de Automobilismo, Felippe Zeraik, explicou nesta segunda-feira que a entidade entrou com uma liminar na Justiça não com o objetivo de impedir a realização da licitação para a construção do parque olímpico.

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Segundo ele, a meta da ação era garantir que o autódromo de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, não fosse demolido enquanto o circuito de Deodoro não fosse construído.
Zeraik disse que a construção de um novo autódromo em substituição ao outro não estava previsto no processo licitatório. O objetivo, segundo o diretor jurídico, era informar os licitantes a respeito.

Felippe afirmou ainda que o calendário do automobilismo no Rio começa em abril com a Fórmula Truck e vai até novembro. Segundo ele, não é possível interromper as atividades de um autódromo por seis meses sem que isso acabe com a prática deste esporte no Rio. Para o representante da CBA, isso seria o mesmo que o Rio ficar seis meses sem estádios de futebol.