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Construção do Parque Olímpico para 2016 custará R$ 1,375 bilhão

As construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken formaram único consórcio a apresentar proposta

Carla Falcão, iG Rio de Janeiro |

O consórcio formado pelas construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken foi o vencedor da licitação para a construção do Parque Olímpico para os Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, com uma proposta de R$ 525 milhões, valor que será desembolsado pela prefeitura carioca. Somado ao valor do repasse da posse do terreno do Autódromo de Jacarepaguá, que é de R$ 850 milhões, o valor total da obra chega a R$ 1,375 bilhão – R$ 25 milhões a menos do que o esperado.

Veja também: Rio tem proposta única por Parque Olímpico com obras a R$ 1,4 bi

Divulgação
Projeto do parque olímpico para as Olimpíadas do Rio 2016, localizado na Barra da Tijuca

 Cada uma das três empresas que formam o consórcio – único a apresentar proposta para a construção do principal equipamento olímpico dos Jogos de 2016 - será responsável por 33,33% dos recursos necessários para as obras.

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Secretário-chefe da Casa Civil do Munícipio do Rio de Janeiro, Pedro Paulo Carvalho afirmou que a homologação do consórcio vencedor será feita ainda nesta segunda-feira. “Estamos muito felizes, porque o consórcio vencedor reúne três das principais empresas (de construção) do País”, disse.

Questionado sobre as exigências da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), que chegou a impedir a licitação por meio de um liminar em janeiro, Carvalho garantiu que será respeitada a vocação automobilística da cidade e afirmou que a prefeitura deverá convidar representantes da CBA para uma conversa a fim de encontrar a melhor solução.

Presidente da Carvalho Hosken, Carlos Fernando de Carvalho disse que as obras deverão começar pela urbanização de toda a área do Parque Olímpico, que tem 1 milhão de metros quadrados. O executivo não se mostrou preocupado com a possibilidade de novas liminares atrasarem o cronograma de obras. Segundo ele, essas questões cabem ao poder público e “até agora o prefeito (Eduardo Paes) tem dado solução a todos os assuntos”.

No entanto, Carvalho admitiu que se a demolição do autódromo de Jacarepaguá não for feita dentro do previsto, o cronograma de obras será afetado. No projeto inicial, a previsão era de que 80% das demolições seriam feitas já no primeiro ano das obras. “Se a Justiça não liberar o autódromo em até dois anos, não teremos Parque Olímpico. Isso é a pior coisa que poderia acontecer”, disse.

Histórico de problemas

Em janeiro deste ano, a licitação para a construção do Parque Olímpico foi suspensa por liminares concedidas pela 5ª e 6ª Varas da Fazenda Pública do Rio de Janeiro. Um dos autores da ação, a CBA pede que o Autódromo Nelson Piquet, localizado na área do futuro Parque Olímpico, seja mantido em funcionamento  até que fique pronto um novo local para receber as provas automobilísticas da cidade, previsto para ser erguido na região de Deodoro.

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