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Olimpíadas
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"Nunca uma cidade mudará tanto como o Rio para 2016", diz Nuzman

Para o presidente do COB, capital fluminense vai ser "a cidade exemplo de mudança na história do movimento olímpico"

EFE |

Gazeta Press
Nuzman mostrou preocupação com segurança e transportes para os Jogos do Rio, em 2016
O presidente do Comitê Organizador da Olimpíada Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, assegurou nesta sexta-feira em Barcelona que "nunca na história dos Jogos Olímpicos uma cidade vai conseguir mudar tanto como o Rio de Janeiro", cujo desafio é "bater" o legado de Barcelona conquistado há quase 20 anos.

Em declarações aos jornalistas no CSFB (Fórum Global Esportivo de Barcelona, na sigla em inglês), congresso que reúne na capital catalã um amplo elenco de destacados atletas e personalidades ligadas ao mundo do esporte, Nuzman ressaltou que "chegou a hora de substituir Barcelona 92" como os melhores Jogos da história.

"O exemplo de Barcelona e suas mudanças foi a coragem que teve para mudar uma cidade. Mas os recordes estão para ser batidos". Assim, o dirigente brasileiro explicou que o Rio de Janeiro "vai ser a cidade exemplo de mudança na história do movimento olímpico. Já chegou a hora de substituir a Barcelona".

Conforme admitiu, "Barcelona é muito especial" para ele, pois durante os Jogos realizados na capital catalã, quando era presidente da FIVB (Federação Brasileira de Vôlei), esta seleção se proclamou campeã olímpica, o que lhe "reforçou como dirigente". "E, além disso, pertenço à torcida do Barcelona", brincou.

Nuzman participou nesta manhã das conferências do congresso, que também acolheu reuniões dedicadas aos Jogos de Inverno de Sochi 2014 e à candidatura de Barcelona para 2022. Durante seu discurso, o dirigente brasileiro reforçou em várias ocasiões que os Jogos do Rio "serão completamente seguros", e embora a segurança apareça como um dos desafios mais relevantes, "a primeira preocupação sempre será o transporte".

"A segurança é importante, mas o legado é mais", ressaltou, apesar de matizar que "o governador do Estado admitiu que há problemas em segurança, mas que serão resolvidas".

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