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Olimpíadas
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Escritório de Londres vai construir Parque Olímpico do Rio

Estúdio Aecom venceu concurso lançado pela Prefeitura carioca para fazer a área que é considerada o coração dos Jogos de 2016

EFE |

Divulgação
Visão geral do parque olímpico de Londres
O escritório de arquitetura britânico responsável pelo projeto do Parque Olímpico de Londres para as Olimpíadas 2012 , também foi contratado para traçar o plano urbanístico do Parque Olímpico do Rio de Janeiro para 2016, de acordo com o anúncio oficial realizado nesta sexta-feira.

O projeto do estúdio Aecom foi o vencedor do concurso lançado pela Prefeitura carioca para escolher a empresa que construirá o enorme complexo esportivo que receberá grande parte das competições dos Jogos Olímpicos de 2016.

"Será uma experiência fantástica. Usaremos a experiência de Londres e vamos adaptá-la à realidade do Rio. Estamos muito felizes", disse Adam William, representante do estúdio.

O Parque Olímpico será construído sobre um grande terreno de 1,18 milhão de metros quadrados na Barra da Tijuca, onde serão disputadas 15 modalidades olímpicas e 11 paraolímpicas, e onde também será erguido o centro internacional de imprensa com capacidade para 20 mil jornalistas.

O projeto também prevê a construção de locais relacionados à organização dos Jogos, como a Vila Olímpica, um pavilhão esportivo, pistas de atletismo, um hotel, um centro de tênis, outro médico e um laboratório de ciência e esporte, que farão parte do legado que a competição deixará para a cidade.

"Nossa preocupação está presente naquilo que ficará para a cidade depois dos Jogos", disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

Estas instalações, que deverão contar com um espaço para áreas florestais, se unirão a outras já existentes como o parque aquático Maria Lenk, a Arena do Rio e o Velódromo.

O Parque Olímpico, considerado o coração dos Jogos, também contará com instalações temporárias como um centro de hóquei, quadras de tênis, um centro aquático e uma vila para os patrocinadores do evento.

O júri do concurso, do qual participaram 60 escritórios de 16 países, estava composto por dirigentes de instituições e famosos arquitetos como o espanhol Luis Millet, diretor de infraestrutura em Barcelona, nas Olimpíadas de 1992 em Barcelona, e o australiano John Baker, com experiências nos Jogos de Sidney, Atenas e Pequim.

Do projeto de Aecom, a comissão avaliou a proposta que busca garantir as melhores condições para a realização das competições e que irá propagar o desenvolvimento sustentável na construção das instalações previstas, que formarão uma área que pretende ser uma referência no meio urbanístico

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