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COI diz que negociação de receitas com EUA avançou

Comitê norte-americano recebe 20% das receitas de patrocínio global e cerca de 13% dos contratos de transmissão nos EUA

AE |

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O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, disse que as negociações com o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (USOC, na sigla em inglês) sobre uma nova repartição de receitas estão progredindo, o que pode encerrar uma antiga polêmica financeira entre os dois lados. 

Rogge, no entanto, rejeitou os pedidos por parte das federações esportivas internacionais para promulgar um acordo antes de 2020, que foi a data estabelecida por ambas as organizações para a implementação de uma nova fórmula de divisão das receitas. 

"A situação do USOC é uma [onde] estamos fazendo progresso", disse Rogge, nesta terça-feira, em uma reunião do conselho executivo do Comitê Olímpico Internacional com a Associação das Federações Internacionais dos Jogos Olímpicos de Verão.

A USOC recebe 20% das receitas de patrocínio global e cerca de 13% dos contratos de direitos de transmissão nos Estados Unidos, o que muitos membros do COI consideram excessivo. A insatisfação com a divisão é considerada um dos fatores do fracasso das candidaturas de Nova York para receber os Jogos de 2012 e de Chicago para sediar a Olimpíada de 2016. 

Os dois lados concordaram no ano passado para negociar em nova fórmula, que terá efeito em 2020. As negociações estavam inicialmente programadas para começar em 2013, mas os dirigentes concordaram no ano passado em começar o mais cedo possível. A primeira rodada de negociações foi realizada em janeiro, em Lausanne, na Suíça.

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