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26/10 - 16:00

No Avaí, Benazzi aumenta "estopim" para cultivar boa relação com a torcida

Técnico só venceu uma partida desde que chegou ao clube catarinense: contra o Emelec pela Sul-Americana

Gazeta Esportiva

 

Contratado para substituir Antônio Lopes e salvar o Avaí do rebaixamento no Campeonato Brasileiro, Vagner Benazzi tem trabalhado os nervos desde que chegou a Florianópolis. Há apenas 16 dias no cargo, ele comemora a boa relação cultivada com a torcida, que demonstra apoio total mesmo diante da complicada situação vivida. Isso só foi possível, no entanto, porque o comandante aumentou seu estopim.

"Eu sempre tive estopim curto e já briguei muito com torcedor que ficou enchendo o saco, mas com o tempo entendi que ele paga o ingresso e quer ajudar. Quando a gente ganha, damos uma contribuição a ele, que quer o bem do time. Se você contar com o pensamento positivo, a coisa acontece", afirmou o treinador, em declaração ao "Sportv". O exercício de testar a paciência tem sido uma constante.

"O meu nível de aceitação no Avaí é grande. É claro que sempre tem outros seis ou dez técnicos atrás do banco de reservas em cada jogo. Eu escuto, às vezes até aceito o que dizem porque é algo que eu também concordo, mas tenho que pensar que sou eu que fico no sol a semana inteira treinando o time. Às vezes, quando acaba o jogo até vou agradecer", contou o treinador, satisfeito com a relação construída.

Desde sua chegada ao clube catarinense, a única vitória obtida aconteceu na Ressacada: um emocionante 3 a 1 sobre o Emelec, do Equador, resultado que classificou o time na Copa Sul-Americana. Nos outros duelos, perdeu para o próprio Emelec fora de casa, no jogo de ida, e no Campeonato Brasileiro caiu diante do Atlético-MG, em Florianópolis, e do Goiás, em Goiânia.

Ainda na zona de rebaixamento do Brasileirão, o Avaí agora se prepara para reencontrar o Goiás fora de casa nesta quarta-feira, pelo jogo de ida das quartas de final da Sul-americana. Enquanto isso, Benazzi também tenta estreitar os laços de amizade no elenco. "O futebol mudou muito no aspecto físico, mas na motivação, não", complementou o comandante.


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