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Scheidt e Prada se emocionam com provável fim da dupla para o Rio 2016

Robert Scheidt retornará para a classe Laser, onde foi bicampeão olímpico, e Prada migrará para a Finn

Gazeta |

A parceria de sucesso de Robert Scheidt e Bruno Prada rendeu conquistas de peso para a vela brasileira na classe Star: eles se tornaram os únicos tricampeões mundiais e ainda faturaram duas medalhas olímpicas – prata em Pequim 2008 e bronze em Londres 2012. Mas a dupla corre sério risco de se desfazer sem a vontade dos próprios integrantes.

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No momento, a classe Star está fora do programa da Olimpíada de 2016. Ao ser questionado sobre o prazer de formar a dupla com o consagrado Scheidt, dono de cincomedalhas olímpicas, Bruno Prada não se conteve. “Vejelar com o Robert, depois de tantos anos...”, disse o atleta, que chorou sem completar a frase.

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Scheidt e Prada não devem continuar juntos para os Jogos do Rio 2016


Restou a Robert Scheidt a missão de falar sobre os anos de parceria. No entanto, o velejador conhecido pela voz tranquila e a frieza nos momentos decisivos também apresentou a voz embargada:

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“Foram momentos muito divertidos, maravilhosos, construímos muitas amizades. Quando você veleja sozinho, acaba mais isolado, viaja sozinho. Vamos torcer para voltar nossa parceria”, comentou. “Poxa gente, vocês estão conseguindo me emocionar também”, completou.

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A ideia de Robert Scheidt é retomar as atividades com barcos da Laser, classe em que faturou dez títulos mundiais, três medalhas olímpicas (ouro em Atlanta-1996 e Atenas-2004 e prata e Sydney-2000) e três ouros em Jogos Pan-americanos.

“Vou retomar essa classe que parei de velejar faz oito anos. Eu sinto que ainda posso ser competitivo, tive chance de velejar recentemente com alguns adversários que são extremamente competitivos onde moro na Itália. Tem a idade, vou ter que me esforçar muito na parte física, não é o mundo ideal, mas vale a pena o esforço e a tentativa”, avisou.

Por sua vez, Bruno Prada irá voltar para as atividades na classe Finn. “Eu gostaria muito de ficar na Star, mas volto para a classe Finn. É uma fase de readaptação, dura, demoramos dois anos para nos adaptar na Star, mas é algo viável”, comentou.

Paralelamente, Scheidt e Prada continuarão atentos sobre a campanha, principalmente feita pelo Brasil, para que a competição da Star não saia do programa olímpico. A dupla não descarta realizar competições esporádicas da classe nos próximos meses.

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