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Brasil aposta em experiência no Mundial de Judô

Todos os integrantes da equipe obtiveram medalhas em uma etapa do Circuito Mundial

AE |

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A delegação brasileira estreia nesta terça-feira no Mundial de Judô, em Paris, buscando melhorar o bom desempenho obtido no último Mundial, em Tóquio, quando conquistou três medalhas de prata e uma de bronze. E, para isso, o coordenador técnico internacional da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson, contou que a principal aposta do Brasil é a experiência de seus 19 atletas. 

Todos os integrantes da equipe brasileira obtiveram medalhas em ao menos uma etapa do Circuito Mundial deste ano. "Chegamos, sim, com mais responsabilidade, mas também com uma equipe mais experiente. Estão todos bem preparados e com resultados bastante consistentes nas últimas competições", avaliou Ney Wilson.

Para que a delegação brasileira não decepcione em Paris, o dirigente avaliou que será preciso lutar com inteligência. "É o tipo de competição em que não se luta só com técnica, é preciso entrar no tatame com a cabeça também". Ele também pediu cuidado especial com algumas seleções desconhecidas. "É preciso ficar atento a surpresas, como a Coreia do Norte, que não participa ativamente do Circuito Mundial, mas sempre tem representantes fortes nos pesos mais leves", completou Ney Wilson. 

O Brasil estreia na madrugada desta terça em três categorias. No peso ligeiro (60kg), Felipe Kitadai encara o vencedor da luta entre o checo Pavel Petrikov e o djibutiense Houmed Hagui. Atual vice-campeão mundial no meio-leve (66kg), Leandro Cunha enfrenta o romeno Dan Fasie ou o armênio Armen Nazaryan. E, bronze no último Mundial, a ligeiro (48kg) Sarah Menezes terá pela frente a ucraniana Olha Sukha ou a espanhola Oiana Blanco.

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