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Brasil terá reforço de atletas olímpicos para Jogos Militares

Judocas Leandro Guilheiro, Tiago Camilo, Flavio Canto e Ketleyn Quadros são exemplos de atletas recrutados

iG Rio de Janeiro |

Entre os 268 atletas que integram a delegação brasileira nos Jogos Mundiais Militares, que começam oficialmente neste sábado, alguns nomes serão reconhecidos pelos espectadores. Consagrados em suas modalidades, medalhistas olímpicos, mundiais e pan-americanos foram recrutados para a competição e reforçarão o selecionado militar para a competição.

O judô é a modalidade que conta com o maior número de medalhistas olímpicos para a disputa militar, com quatro atletas. Tiago Camilo (prata na Olimpíada de Sidney e bronze em Pequim), Leandro Guilheiro (bronze nas Olimpíadas de Atenas e Pequim), Flavio Canto (bronze em Atenas) e Ketleyn Quadros (bronze em Pequim).

Para o judoca Leandro Guilheiro, a expectativa de defender o país em uma competição militar destaca o sentimento de patriotismo do esporte. “Desta vez vamos fardados, vamos vivenciar algo que aflora ainda mais o patriotismo e o orgulho do Brasil. Sentimos isso quando fizemos a instrução. Toda competição que disputo eu entro para vencer. Para os Jogos Mundiais Militares a expectativa é a mesma. Se eu conseguir fazer o máximo o pódio é consequência”.

Getty Images
Jadel Gregório tentará uma medalha nos Jogos Mundiais Militares do Rio de Janeiro




No vôlei, as seleções masculina e feminina também contarão com a experiência de dois medalhistas olímpicos. O ponta Anderson participou das conquistas do ouro em Atenas, em 2004, prata em Pequim, em 2008, além do bicampeonato mundial, em 2002 e 2006, e do hexa na Liga Mundial, entre 2001 e 2007. Já Valeskinha foi ouro em Pequim, tricampeã do Grand Prix feminino (em 2004, 2005 e 2008) e vice-campeã da Copa do Mundo, em 2003.

No atletismo, destacam-se Vicente Lenílson, prata no revezamento 4x100m nos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000, e vice-campeão mundial na mesma prova, além de Jadel Gregório, que liderou o ranking mundial de salto triplo em 2007, ano em que também foi vice-campeão mundial.

Espaço também para ‘anônimos’
Se muitos atletas chegam aos Jogos Militares conhecidos pelo bom desempenho com as seleções principais, outros anônimos que seguem na carreira militar também são esperança de medalha para o país. Caso do capitão Timóteo Salgado, da equipe de paraquedismo.

Outro exemplo é do Cabo Alex Barreto, que entrou para a Marinha em 1997 e até se dedicar ao Pentatlo Naval chegou a fazer parte da missão de paz no Haiti, em 2004. “Foi uma experiência fantástica. Trabalhava na patrulha das favelas”.

A cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais Militares acontecerá neste sábado, no estádio Engenhão, e contará com 2,3 mil pessoas, além da presença da presidente da república,Dilma Rousseff, e do ex-jogador Pelé, que acenderá a pira, dando início aos jogos.

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