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Governo abre o cofre para buscar liderança no quadro de medalhas em 2016

Dilma Rousseff lança Plano Brasil Medalhas e destaca que é necessário fazer investimento maciço no esporte individual

iG São Paulo | - Atualizada às

Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff recebe as medalhas de ouro do nadador paralímpico Daniel Dias

A injeção de R$ 1 bilhão a mais na preparação dos atletas olímpicos e paralímpicos por parte do Governo Federal, de acordo com projeto lançado nesta quinta-feira em Brasília, tem como maior objetivo fazer o Brasil saltar no quadro de medalhas dos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Em cerimônia que contou com a participação de atletas brasileiros que estiveram nos Jogos de Londres 2012 , a presidenta Dilma Rousseff anunciou que um total de R$ 2,5 bilhões serão investidos no próximo ciclo olímpico, destacando e entrada de uma nova verba de R$ 1 bilhão, voltada em sua maior parte diretamente aos atletas.

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“Como seremos sede dos próximos Jogos, é justo que nossas ambições sejam maiores em relação ao número de medalhas conquistadas. Mas querer e ambicionar, embora sejam essenciais, não garante as conquistas. E para isso, é óbvio que este esforço individual de todos vocês tenham um suporte do governo”, disse Dilma, durante seu discurso.

Veja também: De olho em 2016, governo vai liberar R$ 1 bilhão ao esporte olímpico

O Governo aproveitou a cerimônia de homanegem aos atletas medalhistas em Londres 2012 para divulgar seu plano de metas para as Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio, daqui a quatro anos. E os objetivos são ambiciosos: ficar entre os dez primeiros nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Paralímpicos.

"O plano irá aprimorar o que consideramos ideal, que é o apoio ao atleta, e isso ocorrerá através do Bolsa Pódio e do Bolsa Treinador, entre outras coisas. Mas também daremos suporte de infraestrutura de treinamento. Queremos obter vitórias, queremos o maior número de medalhas possível", afirmou a presidenta Dilma.

Agência Brasil
Segundo Dilma, com o novo aporte do Governo de R$ 1 bilhão, o Brasil terá condições de ficar entre os primeiros no quadro de medalhas em 2016

Blog Espírito Olímpico: Esporte brasileiro ficará mais rico para evitar mico em 2016. Mas será que ainda vai dar tempo?

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, detalhou o Plano Brasil Medalha 2016, que injetará mais R$ 1 bilhão no próximo ciclo olímpico brasileiro, que será somado aos recursos já existentes (R$ 1,5 bilhão), totalizarão R$ 2,5 bilhões. "Destes valores, R$ 690 milhões serão distinados diretamente aos atletas, enquanto R$ 310 milhões estarão destinados a construção, reforma e aparelhamento de Centros de Treinamento espalhados por todo o Brasil", explicou.

Bolsa Pódio e Bolsa Técnico

Uma das principais novidades no plano apresentado pelo Governo Federal foi a criação do Bolsa Pódio, que irá pagar até 15 mil reais mensais a atletas individuais ou de equipes que estão entre os 20 melhores do mundo em suas modalidades e com chances reais de medalhas, além do salário já pago atualmente por meio do Bolsa Atleta. "Temos atletas que não figuram no ranking internacional porque muitas vezes não tem dinheiro para competir", comentou Rebelo.

Leia também: Joanna Maranhão revela ajuda de R$ 100 mil da família para competir em Londres

Haverá ainda dois outros tipos de incentivo para ajudar na preparação dos atletas: o Bolsa Técnico, que dará até 10 mil reais mensais para os treinadores de atletas e equipe que estão entre as melhores do mundo, e o Bolsa Equipe Multidisciplinar, com até 5 mil reais para profissionais de apoio aos atletas e equipes, como fisioterapeuta, nutricionista e psicólogos.

E mais: Aumento de verba e promessa de CTs animam atletas e dirigentes

Dois terços do R$ 1 bilhão de reais do Plano Brasil Medalhas sairão diretamente do Orçamento Geral da União, e um terço será de responsabilidade de empresas estatais que já são patrocinadoras esportivas. Veja as modalidades que cada empresa vai apoiar.

- Banco do Brasil: vela, vôlei de praia, vôlei e pentatlo moderno

- Banco do Brasil/Correios: handebol

- BNB: triatlo

- BNDES: canoagem, hipismo

- Petrobras: boxe, taekwondo

- Caixa: atletismo, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica (artística, rítmica e trampolim), lutas, tiro esportivo e modalidades paralímpicas

- Correios: natação, águas abertas, tênis

- Eletrobras: basquete

- Infraero/Petrobras: judô

Centros de treinamento

Além do pagamento direto aos atletas, o programa prevê a construção de 22 centros de treinamento, sendo 21 olímpicos e 1 paralímpico - segundo o governo, será o maior centro de treinamento paralímpico do mundo.

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