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03/12 - 15:39

Fenômeno Ângela Park anima golfistas do Brasil

A Confederação Brasileira do esporte promete trabalhar na popularização do golfe no Brasil

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Considerado um esporte de elite, o golfe jamais esteve em um momento tão bom no Brasil. Além de contar com “garotos propagandas” do porte de Ronaldo “Fenômeno” e Rubens Barrichello, a modalidade viu seu número de praticantes triplicar nos últimos dez anos. Para melhorar, finalmente o golfe verde-amarelo finalmente conta com alguém de destaque no âmbito mundial: Ângela Park, segunda colocada da edição 2007 do US Open e terceira colocada na disputa este ano.

“Ela é fundamental”, admite Rachid Orra, presidente eleito da Confederação Brasileira de golfe. Sua opinião é compartilhada por Paulo Rocha, presidente da Associação dos Golfistas Profissionais do Brasil (PGA do Brasil). “O golfe é o esporte que mais está se destacando no Brasil. Tanto os campos, quanto o nível técnico dos jogadores estão melhorando. Tanto que já temos alguns juvenis de destaque no exterior”, comenta o dirigente.

A menos de um mês de assumir o comando da Confederação, Rachid promete trabalhar na popularização do golfe no Brasil. “Queremos promover mais campeonatos para tentar desenvolver o golfe e fazer o Brasil passar a se tornar parte do circuito internacional. Fazer mais profissionais também é prioridade”, destacou.

Além de Ângela, uma das maiores esperanças dos dois é Rogério Bernardo, golfista de origem humilde que se tornou profissional há um ano graças ao patrocínio de uma empresa de telefonia celular. “Eu comecei no Guarapiranga Golf Club como caddie (carregador da bolsa com os tacos do golfista), daí ganhei um torneio de caddies no Rio de Janeiro e tive a ajuda de um sócio do Guarapiranga para pagar a mensalidade na federação para eu começar a jogar como amador, onde fui campeão brasileiro e mundial”, conta Rogério, enumerando os troféus que ganhou nesta fase: 55 como vencedor e 29 como vice-campeão.

“No amador, você não tem preocupação nenhuma, só sai batendo a bolinha, não tem muita responsabilidade. No profissional, você nem joga os dois últimos dias se passar no torneio de classificação. Tem que ter muita concentração”, conta Rogério, que agora pretende começar a disputar torneios no exterior. Em março, ele já embarca para a disputa de torneios na Argentina e no Chile, inspirado justamente em Park. “Ela é tudo porque o golfe brasileiro não tinha ninguém que representasse a gente. Ela está fazendo isso de coração e está de parabéns”, destacou.

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