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31/10 - 17:26

Cansado de badalação, Bolt não vê a hora de voltar aos treinos
"Estou ansioso para voltar a treinar porque as últimas semanas têm sido estressantes", disse o recordista mundial e campeão olímpico dos 100m e 200m rasos

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Quase dois meses depois de incluir seu nome na lista de grandes velocistas da história, o campeão olímpico e recordista mundial Usain Bolt não vê a hora de pôr um ponto final nas comemorações. Desde que retornou à Jamaica em 8 de setembro, a rotina do atleta de 22 anos tem sido participar de muitas e longas homenagens pelos seus feitos.

"Estou ansioso para voltar a treinar porque as últimas semanas têm sido estressantes", confessou o corredor durante mais um evento comemorativo. Ao lado do também corredor olímpico Marvin Anderson, Bolt foi homenageado em sua antiga escola, a William Knibb Memorial, e teve de participar de uma cerimônia que durou mais de 3 horas, incluindo uma interrupção por causa da chuva. "Quando estou treinando sou obrigado a ficar em casa e não tenho de ir a todos os lugares fazendo uma porção de coisas", explicou.

Durante os Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto, Bolt venceu e bateu o recorde mundial dos 100m e 200m, além de ajudar a equipe do 4x100m a conquistar o ouro também com recorde mundial. Desde que voltou para seu país, o velocista já precisou viajar três vezes: uma para um rápido descanso em outra ilha caribenha e as demais para participar de eventos de patrocinadores e participações em programas esportivos e de variedades na América.

Estranhando o vai-e-vem constante, o multicampeão olímpico desabafou. "Estou ansioso para retomar o regime de treinamentos. Preciso ter minha própria vida e tentar me divertir e sei que quando voltar a treinar tudo vai ficar ok".

Mas o calendário de eventos sociais de Bolt ainda não está fechado. No final de novembro, ele já tem confirmada uma participação no Mundial de Atletismo de Gala da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), em Mônaco.

Se já está com a paciência na lua de tanta paparicação, o jamaicano não perdeu o ânimo de ajudar instituições beneficentes em seu país. Ele e outros atletas da equipe olímpica doaram, com a colaboração de alguns patrocinadores, calçados, celulares, computadores, aparelhos eletro-eletrônicos, além de material esportivo a várias associações e pessoas físicas.


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