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25/09 - 12:50

Primeira medalhista olímpica, judoca segue sem patrocínio

Ketleyn Quadros, que defende o Minas Tênis, em Belo Horizonte, continua sem contrato de patrocínio

Gazeta Esportiva

BELO HORIZONTE - A leve Ketleyn Quadros garantiu espaço na história do esporte nacional ao se tornar a primeira brasileira medalhista olímpica em um esporte individual graças à conquista do bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim. Apesar de toda a repercussão do feito, quase dois meses depois de seu feito, a judoca segue sem contar com um patrocinador.

'Apenas 20 dias após a conquista da medalha, eu já havia feito mais de R$ 15 milhões em mídia espontânea. Tudo catalogado', destaca a atleta, que defende o Minas Tênis, em Belo Horizonte. 'Mesmo assim, não foi suficiente para despertar o interesse do empresariado nacional. Preciso de apoio, pois quero trazer o ouro de Londres'.

Para a judoca brasiliense, a situação é séria e demonstra o atraso do Brasil no segmento. 'A cultura de patrocínio no Brasil, sobretudo em Minas Gerais, apesar de já ter melhorado, ainda está engatinhando, se comparada aos países desenvolvidos ou até mesmo a São Paulo e Rio de Janeiro', lamenta.

Ao lado do campeão mundial Luciano Corrêa, Ketleyn voltou a treinar nesta quinta-feira em Minas, após um mês de férias. Neste sábado, Corrêa volta a competir, participando do Torneio Benemérito por equipes. A disputa é realizada com peso livre, ou seja, atletas de categorias diferentes se enfrentam.

'Por isso mesmo, os clubes preferem mandar seus cinco atletas mais pesados para brigar pelo título. Estou há um mês sem treinar e isso certamente ir dificultar minha participação', avalia. 'Mas é bom para já entrar no clima de uma competição oficial. A briga por uma medalha em Londres, em 2012, começa a partir de agora', avisa.


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