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03/07 - 10:55

Goleiro da seleção de futsal aposta em revanche contra a 'Fúria'
Campeão mundial de futsal pela última vez em 1996, na Espanha, o Brasil, dono de cinco conquistas em oito edições do torneio, espera retomar sua soberania na competição agora em 2008, a partir do próximo dia 1º de outubro. Para isso, a seleção brasileira, embalada pela conquista da Copa América no último dia 28 de junho, terá que superar, dentre outros adversários, a Espanha, atual bicampeã mundial e algoz da seleção nos Mundiais de 2000 (bateu os brasileiros na final), e 2004 (levou a melhor nas semifinais).

Gazeta Esportiva

Em entrevista exclusiva para a Gazeta Esportiva.Net, o goleiro Franklin, titular do time dirigido por PC Oliveira, revelou como está a preparação do grupo para o Mundial 2008, que será disputado no Brasil, e a expectativa em conseguir a vingança contra a “Fúria”.

“Nas duas últimas edições, o grupo não era tão unido e focado quanto agora. O plano está muito bem traçado pela comissão técnica”, avisou o experiente goleiro, de 37 anos.

O jogador do Nápoli, da Itália, apontou ainda quais serão os principais adversários do Brasil na luta pelo título e qual jogador do grupo dirigido por PC Oliveira tem potencial para se tornar o mais novo craque do futsal do país.

GE.Net – Qual a expectativa do grupo da seleção faltando três meses para o início do Mundial?



Franklin – A expectativa é a melhor possível. Acabamos de vencer a Copa América e, segundo o PC, o grupo está praticamente fechado. Nas últimas duas edições do Mundial o grupo não era tão unido e tão focado como agora. Teremos dificuldades e elas serão importantes, mas temos confiança e vamos chegar, pois o plano está muito bem traçado pela comissão técnica.




GE.Net – Quais serão os principais adversários do Brasil na caminhada para o título?





Franklin –
A cada Mundial que passa surgem novas potências. Com o intercâmbio que vem ocorrendo, vários jogadores brasileiros atuando em diferentes lugares, o equilíbrio está sendo maior. A Rússia, por exemplo, tem dois jogadores brasileiros (Pelé Júnior e Cirillo), está levando mais um (Pula) e está muito forte. Portugal também é sempre complicado e a Espanha, claro, dará muito trabalho mais uma vez.




GE.Net – Por falar na Espanha, há um sentimento diferente em relação a eles por tudo o que aconteceu nos últimos mundiais?





Franklin –
Com certeza. Perdemos deles nas duas últimas vezes por meros detalhes e sabemos disso. Não podemos deixar detalhes como esses acontecerem novamente e é isso o que o PC tem nos pedido e alertado. No último encontro, por exemplo (semifinal de 2004), vencíamos por 2 a 1, levei um gol contra e fomos eliminados nos pênaltis. Isso não pode mais acontecer. Sabemos que a Espanha é um time forte, mas estaremos preparados.




GE.Net – Jogar o Mundial deste ano no Brasil pode ser um ponto positivo para acabar com a seqüência de vitórias da Espanha?





Franklin –
Sem dúvida. Sabemos que a pressão aumenta por jogar em casa, pois não podemos fazer feio, mas, por outro lado, só de olhar para aquelas arquibancadas cheias e nos apoiando será um incentivo extra. Somos jogadores experientes e saberemos extrair tudo pelo lado positivo.




GE.Net – Há alguém do atual grupo da seleção que você poderia apontar como revelação para o torcedor brasileiro que não costuma acompanhar o futsal tão de perto?





Franklin –
Grande parte do grupo é bastante conhecida e experiente, como o Schumacher, que defende a seleção faz tempo, mas joga fora do país há muitos anos (defende o Interviú Fadesa, da Espanha). Eu acredito que o William, da Malwee, tem muito potencial, pois é um garoto ainda novo. O Lukaian, que joga na Espanha (MRA Navarra) também é um pivô muito bom e que pode fazer a diferença. Está na Europa há alguns anos e acredito que esse será um Mundial para ele aparecer com muito destaque.

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