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10/06 - 18:39

Brasileiras do 470 batizam barco olímpico
Representantes brasileiras na classe 470 nos Jogos Olímpicos de Pequim, Fernanda Oliveira e Isabel Swan estão China treinando na raia de Qingdao, local da disputa em agosto. Em busca da primeira medalha olímpica feminina da vela, elas aproveitaram a terça-feira para batizar o barco com o qual competirão nas Olimpíadas.

Gazeta Esportiva

E o batismo teve sabor de 'cerimônia' chinesa em substituição ao tradicional champanhe. “Aproveitamos o dia para fazer o batismo do barco novo. Para ser ainda mais característico, fizemos com chá verde chinês com gás”, diz Fernanda. A embarcação ganhou o nome de 'Vai no Upa'. "Uma expressão gaúcha muito utilizada pelo nosso técnico Paulo Ribeiro quando ele quer nos incentivar para nos esforçarmos e alcançarmos nossos objetivos", explica a velejadora também do Rio Grande do Sul.

O barco foi fabricado este ano na Nova Zelândia, tendo como padrinho o campeão dos Jogos Pan-americanos do Rio-2007 na classe Snipe e vice em Winnipeg-99, Alexandre Paradeda, técnico de André Bochecha na mesma classe. “É um barco da mesma marca que várias duplas usarão nas Olimpíadas. Na minha opinião é o melhor, está bem caprichado, acabamento muito bom. Chamamos o barco de ‘Vai no Upa’ – um expressão gaúcha muito utilizada pelo nosso técnico Paulo Ribeiro quando ele quer nos incentivar para nos esforçarmos e alcançarmos nossos objetivos”, explicou a gaúcha Fernanda.

A dupla brasileira treina em Qingdao com as líderes do ranking mundial, as italianas Giulia Conti e Giovanna Micol. O intercâmbio entre as duas duplas teve início ainda no ano passado, no Rio de Janeiro, e colaborou para a evolução da parceira que chegou ao primeiro título de Grand Slam nesta temporada.

Nestes treinos chineses, a raia olímpica já está mostrando bem os obstáculos que deverão complicar as disputas em agosto. “O tempo está bem estranho aqui na China. Muita neblina desde que chegamos, em alguns momentos do dia seria impossível a realização das regatas por falta de visibilidade. Já o vento varia muito conforme você se afasta da terra”, destaca Fernanda.

No ano passado, ela e Isabel participaram do Pré-olímpico de Qingdao, organizado nas mesmas raias e com regras idênticas às aplicadas nos Jogos. Na ocasião, os ventos fracos predominaram na região e as brasileiras ficaram com o sétimo lugar.

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