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Técnicos e lutadores comentam compra do Strikeforce pelo UFC

André Benkei, Antônio Pezão e Fabrício Werdum analisam a negociação entre os principais eventos de MMA do mundo

Eduardo Oliveira, iG São Paulo |

O mundo do MMA foi pego de surpresa neste sábado (12), quando o presidente do UFC, Dana White, anunciou a compra do Strikeforce, maior concorrência da organização. Em contato com o iG, atletas e treinadores com contrato em vigor com o Strikeforce, comentaram a negociação entre as maiores franquias do MMA mundial.

O peso pesado Antônio Pezão se mostrou surpreso com a negociação, mas se mostra interessado em lutar pelo UFC.

“Acabei de saber da compra. Estou no shopping com minha família e meu empresário acabou de me ligar. Uma surpresa pra gente”, disse Pezão, que não sabe se o badalado GP de pesos pesados do Strikeforce terá continuidade.

“Eu ainda não sei de o GP irá continuar ou se eu ainda posso lutar no UFC em 2011. Mas eu sempre quero lutar contra os melhores. Hoje o UFC já provou que é o maior evento do mundo, e eu tenho o desejo de lutar lá”, afirou.

Já Fabrício Werdum, que tem compromisso agendado no Strikeforce, em junho, contra o holandês Alistair Overeem, também foi pego de surpresa.

“Estou confuso com esta notícia, ainda não sei o que vai acontecer na minha próxima luta”, disse o faixa-preta.

Já André Benkei, técnico de feras do Strikeforce como Antônio Pezão e Guto Inocente, disse que a fusão dos maiores eventos de MMA é ruim para o esporte.

“Esta negociação foi feita totalmente em sigilo. Nenhum dos meus atletas ainda tem previsão de nada. Tudo que sei é o que o Dana White (presidente do UFC) falou, mas tudo que ele diz é para honrar os contratos”, disse. O treinador, porém, acredita que uma fusão dos eventos deve acontecer em breve, mas acredita que isso será ruim para o esporte.

“Mas deve haver uma fusão em breve, até porque não faz sentido o UFC fazer concorrência pra ele mesmo”, disse. “Na minha opinião esta compra é ruim. Se você passa a ter apenas um evento, você é obrigado a aceitar as regras impostas por ele. Se continuar assim a marca (UFC) passa a ser mais forte que o próprio esporte”, concluiu
 

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