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¿Pezão deu uma aula de MMA moderno¿, diz técnico do brasileiro

André Benkei, técnico de Pezão, analisa vitória de seu pupilo sobre Fedor, considerado o maior peso pesado da história

iG São Paulo |

Antônio Pezão fez história no Strikeforce quando derrotou, na madrugada do último domingo, o russo Fedor Emelianenko. Seguro no combate, o brasileiro esbanjou técnica, versatilidade e preparo físico durante os dois assaltos da luta. Um dos responsáveis por esta apresentação, André Benkei, técnico de Pezão, contou ao iG como foram os treinamentos para derrotar o maior peso pesado de todos os tempos.

“Não foi uma vitória do acaso, de um golpe de sorte ou de uma finalização, mas de um conjunto de ações que foram muito bem treinadas por um atleta que é muito difícil de ser batido. O Pezão deu uma aula de MMA moderno”, disse Benkei, que revelou a estratégia do brasileiro para vencer o combate.

“Nós estudamos bastante o Fedor, todas as suas ações e até aquilo que superdimensionavam nele. Ele é um grande campeão e estamos muito honrados por tê-lo vencido, mas o Pezão estava preparado para tudo que viesse”, disse o treinador, que comentou o domínio do brasileiro no segundo assalto, que resultou no nocaute técnico por interrupção médica.

Divulgação
Pezão é anunciado como o vencedor da luta por nocaute técnico

“Depois de o Pezão controlar as ações no primeiro round, ele já sabia que Fedor vinha para encurtar a distância e explodir no segundo assalto. Como o jogo na curta (distância) era vantagem do Fedor, o Pezão entrou nas pernas e derrubou, quase no automático, como ele estava treinado. No chão, trabalhou por cima, soltou golpes, colocou joelho na barriga e montou, e dali ele foi espancando durante todo o tempo”, disse André. O “Mago”, como é conhecido o técnico, apoiou a decisão do médico que impediu o retorno de Fedor para o terceiro round, devido ao grande hematoma no olho direito, causado pelos golpes do brasileiro.

“Se fosse outro lutador, o árbitro tinha parado a luta antes. Inclusive, eu fui no (Dan) Mirgliotta (árbitro da luta) e falei que ele poderia ter matado o Fedor. O médico fez certíssimo”, encerrou.

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