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Lutas
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Natália Falavigna é apresentada como atleta do Fluminense

Principal nome do taekwondo nacional, lutadora vai estrear pelo clube no Aberto dos EUA, dia 15 de fevereiro.

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Depois de Flávio Canto, nesta terça-feira foi a vez de Natália Falavigna, principal nome do taekwondo nacional, vestir a camisa do Fluminense e ser apresentada nas Laranjeiras para reforçar o esporte olímpico do clube. Se dentro de campo a equipe de Muricy Ramalho ficou marcada com Time de Guerreiros, a medalhista de bronze nos Jogos de Pequim, em 2008, afirma que nos tatames a história será a mesma. Feliz por defender as cores do atual campeão brasileiro, Natália espera desenvolver a modalidade no Rio de Janeiro e no país.

“O Fluminense pode se considerar o Time de Guerreiros das lutas também. O clube já tinha contratado o Flávio Canto, e eu chego para somar. Também vou trabalhar por uma série de novos atletas para o clube. Meu objetivo é buscar títulos, trabalhar da melhor maneira possível e plantar uma semente para o futuro, com escolinhas. Isso vai fortalecer o taekwondo aqui e no Brasil inteiro. A ideia é treinar alguns dias no clube, quero estar presente em alguns momentos. Vou coordenador o projeto e auxiliar no sistema pedagógico”, explicou a medalhista olímpica.

AE
Natália Falavigna veste a camisa do Fluminense
Há um ano sem lutar por causa de uma cirurgia no joelho, Natália vai estrear com a camisa do Fluminense justamente na sua volta ao taekwondo, dia 15 de fevereiro, durante o Aberto dos Estados Unidos. Mas a competição mais significativa para ela em 2011 será o Pré-Olímpico.

“Minha primeira competição internacional é agora, no dia 15 de fevereiro, o Aberto dos EUA. Vai ser a primeira pelo Fluminense. Será minha volta após um ano. Passei por uma cirurgia no joelho e estou empolgada. Porém, a competição mais importante é o passaporte para a Olimpíada. Não é uma disputa que ostenta um título como o Pan-Americano, mas o Pré-Olímpico é o que nos faz carimbar esse passaporte”, disse a lutadora, que terá ainda mais duas competições de peso na temporada.

“Esse é um ano cheio e ainda terei pela frente os Jogos Pan-Americanos e o Mundial. Tive uma boa participação no Pan do Rio, em 2007, quando fiquei com a prata, mas não saí totalmente satisfeita”, lembra Natália.

Natural de Londrina, a troca pelo Rio de Janeiro ocorreu em maio do ano passado, quando Natália encarou um projeto da Prefeitura. Mas apesar de toda a estrutura oferecida, faltava um clube para defender e a oportunidade aconteceu após uma brincadeira.

“Em uma conversa com jornalistas, surgiu a brincadeira e um deles comentou com alguém do Fluminense. No começo do ano eles me procuraram, a diretoria apoiou a ideia, marcaram uma reunião e fizeram um esforço grande para que eu viesse. Achei legal a iniciativa e fiquei entusiasmada com o projeto olímpico do clube”, lembrou Natália, que estreou com pé direito no papel de torcedora do Fluminense.

“Fui ao jogo contra o Macaé, acompanhei o 3 a 1 e fui pé quente. É muito legal e espero prestigiar o time outras vezes. Venho de uma cidade onde o futebol não tem um grande time, que é Londrina. Não entendo muito de futebol, mas deu para perceber que o Fred é um grande atleta. É um cara que bate diferente na bola”, elogiou a nova guerreira do Fluminense.

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