Apesar do combate entre GSP e Nick Diaz, Scott Coker pediu paciência aos torcedores para a formação de novas lutas

Os fãs que aguardavam a realização de lutas como Alistair Overeem contra Junior Cigano e de Fedor Emelianenko contra Cain Velásquez terão que aguardar um pouco mais. Apesar da saída recente de Nick Diaz para o UFC, o presidente do Strikeforce Scott Coker negou nesta terça-feira que outros lutadores deverão seguir o mesmo caminho, vetando os combates entre os pesados das duas entidades nos próximos meses.

“Por enquanto nenhum outro lutador irá mudar de lado. Esta será a política da nossa companhia. Temos um negócio a gerir e um acordo televisivo com o Showtime [canal norte-americano]. Com o tempo, essas lutas que os torcedores desejam vão acontecer, mas eles precisam ser pacientes”, afirmou o empresário ao site MMA Junkie.

No mês passado, as duas franquias anunciaram o combate entre os campeões dos leves Georges St-Pierre e Nick Diaz , o que abriu um precedente para superlotas entre atletas das duas entidades.

Porém, mesmo sendo comprado pelo UFC , o Strikeforce ainda possui um contrato de mais de um ano com o Showtime que impede a fusão dos dois torneios. É por este motivo que Scott Coker vetou a chance de novas transferências de atletas tão cedo.

“Temos obrigações a cumprir. É claro que são lutas que todos esperam. Que tal uma luta entre Antônio ‘Pezão’ Silva e Brock Lesnar ou Shane Carwin? Podemos fazer grandes lutas, que seriam fantásticas, mas não agora”, concluiu o chefão do Strikeforce.

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