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Anderson Silva vê no UFC chance de unir torcidas de futebol

Brasileiro também disse que não treinou com Steven Seagal para o evento no Rio, mas confirma que norte-americano vem ao Brasil

Rodrigo Farah e Vicente Seda, no Rio de Janeiro |

Principal astro do UFC 134 , que ocorre neste sábado no Rio de Janeiro, o brasileiro Anderson Silva celebrou a relação cada vez mais próxima que futebol e sua modalidade, o MMA, têm no Brasil. E espera que desse movimento, a entrada dos clubes tradicionais no mundo da luta, aconteça uma união das torcidas de futebol em torno do MMA. Silva é patrocinado pelo Corinthians .

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“É uma nova fase, o UFC está nos dando essa oportunidade de unir as torcidas. Um time (o Internacional ) patrocina o Minotauro, outros com certeza vão ser patrocinados, o Flamengo está interessado no José Aldo, por exemplo. Imagine as torcidas de Corinthians, Inter e Flamengo, todas juntas podendo assistir ao MMA também. Espero que os torcedores entendam isso”, afirmou o "Spider".

Presidente do UFC , o norte-americano Dana White afirmou que a ligação com os clubes de futebol é orgânica no Brasil, avaliando a entrada dos clubes no MMA como natural. Ele comparou a situação ao basquete e ao futebol americano nos Estados Unidos. "Acho que é uma dessas coisas que simplesmente acontecem organicamente. Os atletas respeitam os jogadores, e vice versa, como nos EUA, onde os caras jogam futebol americano, basquete. Não é uma coisa que vamos tentando fazer, mas que acontece naturalmente e acho positivo", afirmou.

Seagal no Brasil? Silva diz que sim

Anderson Silva também disse na coletiva de apresentação do UFC Rio que o ator Steven Seagal, que já o treinou para combates, virá ao Brasil para acompanhar neste sábado sua luta contra o japonês Yushin Okami. “Desta vez não treinei com o Seagal, mas ele certamente estará aqui para ver a luta”, disse o campeão dos médios, que colocará seu cinturão em jogo.

Ao contrário de suas últimas lutas, quando enfrentou Damian Maia, Chael Sonnen e Vitor Belfort, o campeão adotou durante a entrevista coletiva uma postura bastante respeitosa em relação ao adversário.

Leia também: Vetado no Brasil por patrocinador, Sonnen diz que não há 'liberdade de expressão'

Único a aparecer de terno (até Dana White chegou de camisa de malha), Silva sequer tirou os óculos ao posar para fotos encarando o japonês. Estendeu a mão para cumprimentar o rival e, quando correspondido, fez reverência com a cabeça, gesto típico dos lutadores nipônicos.

“Polêmica sempre acontece, principalmente quando todos querem lutar com você. Em relação a postura, até agora houve respeito mútuo entre eu e Okami. Sempre que sou respeitado, respeito também, foi a educação que tive em casa. É um esporte de contato, há uma rivalidade saudável, mas tem de haver essa coisa de competir. Polêmica é normal, bola para frente”, disse.

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