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Perto de despedida, Rampage dispara contra Sonnen, Jon Jones e o UFC

Meio-pesado disputará última luta pela organização, mas nega aposentadoria e critica 'chefão' Dana White

Renan Rodrigues , iG Rio de Janeiro |

UFC
Rampage Jackson (à esq.) e Ryan Bader se encaram antes da luta, no UFC 144

Ele tem cara de mau, uiva antes de entrar no octógono e carrega uma pesada corrente no pescoço antes das lutas, mas só está pedindo um pouco de carinho. Esta é a figura polêmica, controversa e também divertida de Quinton 'Rampage' Jackson, meio-pesado que deve fazer sua despedida do UFC na terceira edição do evento no Rio de Janeiro, no dia 13 de outrubro.

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Escalado para enfrentar o mineiro Glover Teixeira, Rampage participou de um evento na última terça-feira, para a divulgação da venda dos ingressos. Desabafou sobre o que considera um 'tratamento indigno' da entidade na polêmica que começou durante o UFC 144, quando não bateu os 93kg da categoria meio-pesado e foi derrotado por Ryan Bader, perdendo parte da bolsa a que tinha direito. Jackson alegou que uma lesão atrapalhou sua preparação.

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Na metralhadora giratória do meio-pesado sobrou até para Jon Jones e Chael Sonnen, nas suas palavras um 'babaca'. Jackson também brincou com as palavras que conhece do português: 'gostosa', 'poposuda' e 'bom dia', além de admitir disputar eventos dentro do Brasil fora da organização mais popular do MMA. "Tenho que pagar minhas contas, amigo". Confira abaixo como foi o bate-papo com o iG .

Aposentadoria
"Depois dessa luta vou procurar outra organização de MMA. Já tenho algumas conversas e vou sentar e analisar o que é bom para meu futuro, mas com certeza continuarei lutando. Não deveria? Se uma companhia de MMA do Brasil me convidar para lutar aqui seria uma honra. É uma boa ideia, tenho que pagar minhas contas, amigo".

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UFC e Dana White
"Não gosto da maneira que eles têm me tratado. Talvez se o UFC mudar, mostrar um pouco mais de carinho, mas talvez seja tarde demais. Deixei o Pride (evento japonês comprado pelo UFC) pelo mesmo motivo. Não tenho nada pessoal contra o Dana White. Ele é um homem de negócios, o UFC é a prioridade número um para ele, mas meu corpo e minha saúde são a prioridade número um para mim. Apenas não gosto da maneira como ele faz as coisas comigo.

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Você tem que cuidar dos seus lutadores, eles estão lá lutando por você, pelo evento, tetando divertir os fãs. Não é questão só de dinheiro, é de respeito. Quando eu aceitar lutar mesmo lesionado, não fale 'm...' de mim por perder a luta ou como eu estava ruim. Mostre um pouco de consideração por ter lutado mesmo sem poder me preparar da maneira ideal"

Chael Sonnen
"Não estou surpreso por ele não ser muito popular no Brasil. Sonnen é um babaca. Concordo com os brasileiros que não gostam dele porque o cara é um idiota, estúpido, fala besteira das pessoas e não deveria fazer isso. Só mostra como é o caráter dele. Seria legal ter a chance de nocauteá-lo, mas não sei de quem eu gosto menos, do Sonnen ou do UFC. Com quem ele vai lutar agora, Forrest (Griffin)? Coitado. Luta idiota"

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Jon Jones
"Ele é muito duro, a maneira como usa sua envergadura, seus joelhos, é extremamente perigosa. É muito bom, um lutador que tem muita velocidade. Mas ele também é arrogante. Ele ficou famoso muito rápido, é bastante jovem e o MMA é muito popular na América, então tudo que você mandam, os idiotas fazem. É muita bajulação e ele ficou arrogante".

Lutar contra a torcida dos brasileiros
"Lutei muito no Japão e algumas vezes eles torciam para os lutadores japoneses, outras para mim, vou tentar fazer meu melhor. Acho que se proporcionar um belo espetáculo eles vão reconhecer. Mas não me preocupo muito com essa questão da pressão da torcida. Entro para fazer meu trabalho da melhor maneira, focado na luta".

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Melhor brasileiro que já enfrentou
"É difícil dizer, enfrentei vários caras muito bons daqui, mas provavelmente o Murilo Bustamante ou o Wanderlei Silva, que ficou imbatível por quase cinco anos. Foi justamente nas duas primeiras vezes que enfrentei ele e perdi, era o melhor do mundo na época".

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