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Laudo diz que boxeador morto em 2009 foi assassinado

O boxeador Arturo Gatti, bicampeão mundial, encontrado morto em 2009, em Pernambuco, não teria se suicidado, conforme concluiu a Justiça brasileira na época

AE |

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O boxeador Arturo Gatti, bicampeão mundial, encontrado morto em 2009 , em Pernambuco, não teria se suicidado, conforme concluiu a Justiça brasileira na época . Uma investigação de dez meses de duração, divulgada na última quarta-feira, desmentiu a primeira versão para o caso e apontou que ele foi assassinado em um flat, na praia de Porto de Galinhas.

Gatti, nascido na Itália e naturalizado canadense, era casado com a brasileira Amanda Rodrigues. Na época do incidente, ela foi apontada como principal suspeita pela morte, mas, após uma primeira investigação, a polícia concluiu que ele havia se enforcado com a alça de uma bolsa.

"Este caso precisa ser reaberto se as autoridades do Brasil têm algum senso de moral, ética e preocupação legal com sua reputação", declarou o patologista Cyril Wecht, que afirmou que a versão inicial, de suicídio, foi "pura ficção".

Mesmo com o resultado da nova investigação, divulgada um dia após o início do julgamento para decidir quem ficará com a herança milionária de Gatti, Amanda foi categórica ao reafirmar que seu ex-marido tirou a própria vida. "Vocês terão que esperar pela segunda autópsia. Mas eu sei que foi suicídio. Seria mais fácil explicar para mim mesma que não foi suicídio, mas eu tenho certeza que foi", declarou.

Arturo Gatti tinha 37 anos quando foi encontrado morto. Ele chegou a deter os títulos mundiais das categorias dos meio-médios ligeiros e dos superpenas. Durante os 16 anos que foi profissional - de 1991 a 2007 - conseguiu um cartel de 40 vitórias e nove derrotas.

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