04/11 - 16:55
Renault convoca reunião emergencial e também pode anunciar que deixa F1
Renault chama membros de sua cúpula para uma reunião de emergência na sede da equipe em Paris para definir futuro na F1; anúncio pode vir até o fim da semana
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A Honda, a BMW e a Toyota se foram no espaço de um ano. Mas a porta da rua ainda não se fechou na F1. Isso porque a Renault chamou seu quadro de diretores para uma reunião de emergência em Paris nesta quarta (4) para discutir seu futuro. Há a possibilidade de tanto a montadora francesa anunciar que vai apenas fornecer motores no ano que vem quanto definir sua retirada total da categoria, como fizeram as três outras colegas de área.
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Participaram da reunião o atual chefe da equipe, Bob Bell — que substituiu Flavio Briatore — e Jean-François Caubet, diretor-geral. Mas serão apenas espectadores, por assim dizer. Não terão poder de decisão nenhum. Vão só acompanhar o que o grupo chefiado por Carlos Ghosn — que não gosta da F1 e se viu num embaraço mundial por conta da história da armação no GP de Cingapura do ano passado — sacramentar. E a tendência, claro, é o adeus.
| Bruno Terena/Grande Prêmio |
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| Depois da Toyota, a Renault pode ser a próxima a deixar o barco da F1 |
Um anúncio é esperado até o fim desta semana. Não para amanhã, porque Ghosn vai participar de um evento em que a Renault promove a apresentação de um projeto de fazer carros não-poluentes, e a notícia de uma debandada colocaria tal evento à sombra.
A Renault enfrenta um período de dois anos de suspensão, ainda que a punição só seja aplicada se, e somente se, a equipe vier a cometer outra falha grave como a de Cingapura. Mesmo antes de o caso vir à tona, já eram fortes os comentários de que Ghosn acabaria com a equipe na F1 — vendendo até para Briatore — ao final da temporada.
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