Jogador entende que é muito mais cobrado pelos torcedores por não ter chegado ao clube como contratação

Depois de uma grande atuação contra o Fluminense , Werley foi mantido como titular do Atlético-MG para os jogos contra o Palmeiras e Grêmio . Mais do que ficar no time, ele herdou a faixa de capitão que era de Réver, barrado por Dorival Júnior. Apesar de ser titular do Atlético-MG mais uma vez , o que é uma rotina desde 2009, o zagueiro mostrou uma certa mágoa com a torcida.

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Revelado pelo clube, Werley garante é injustiçado. Na opinião do camisa 22 do Atlético-MG, ele seria muito mais valorizado se tivesse sido contratado para jogar pela time alvinegro. “Muitas vezes sou muito injustiçado. Como sou da base também. Se fosse outro jogador que vem de fora, tivesse a sequência que tive desde 2009, estariam colocando ele como rei. Mas já estou acostumado, não me preocupa. Fico feliz de ter a confiança de todos os treinadores que passam”, disse Werley, que minimizou o fato de ser o novo capitão atleticano.

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Com 121 jogos, Werley é o terceiro jogador do atual elenco que mais atuou pelo Atlético-MG
Flickr/Clube Atlético Mineiro
Com 121 jogos, Werley é o terceiro jogador do atual elenco que mais atuou pelo Atlético-MG
“Estou tendo oportunidade de ser capitão, mas o grupo tem vários lideres. A gente procura orientar em campo, cobrar dos companheiro, para começar a vencer e brigar na parte de cima da tabela”.

Ainda na bronca com a pouca valorização dos jogadores que são formados na base do Atlético-MG, Werley ressaltou a qualidade dos jogadores que são lançados pelo clube. Um bom exemplo é a chegada do time em mais uma final da Taça BH de juniores .

“Todos que estão no grupo estão preparados para entrar e jogar. O Atlético sempre revelou bons jogadores, são dois ou três por ano, então sempre tem muito jogador da base no elenco. E como já falei antes, precisou pode colocar. Os jogadores da base estão preparados e acostumados com a pressão, pois gostamos muito do clube. Eu estou aqui desde 14 anos e sempre fui muito bem tratado”, comentou o zagueiro, que é natural de Oliveira, que fica a 165 quilômetros de Belo Horizonte.

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