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Futebol
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Zagueiro reclama da torcida do Atlético-MG

Werley, que estaria na mira do futebol russo, ficou chateado com as vaias recebidas contra o América-MG

Victor Martins, iG Belo Horizonte e MB Press |

nullContestado por parte da torcida, o zagueiro Werley estaria nos planos do Lokomotiv, da Rússia. Titular do Atlético-MG desde 2009, o defensor negou que tenha sido procurado por outro clube. Esta não é a primeira vez que o nome de Werley está envolvido em possíveis negociações

“Para mim, não chegou nada. Se a proposta chegou, está nas mãos do (presidente) Kalil”, disse o zagueiro.

Embora o Atlético-MG tenha um bom aproveitamento na temporada, Werley tem sido perseguido pela torcida. O jogador foi bastante vaiado no clássico com o América-MG.

Apesar da pressão que vem das arquibancadas, o jogador se mostra tranquilo. “Quantas vezes já fui vaiado nesses dois anos? Quando ganha, ninguém fala nada. Mas quando perde, só eu sou o culpado. Queria saber qual a minha culpa dessa partida com o América... Perdemos todos. A torcida tem todo os seu direito, paga ingresso e se acha que tem de vaiar, tudo bem. Vou procurar ficar tranquilo e continuar jogando futebol."

Para seguir firme na carreira e dar a volta por cima, Werley se inspira em outro jogadores revelados pelo Atlético-MG que tiveram problemas com os torcedores. Mancini, agora de volta ao clube, é um dos exemplos. Ainda como lateral-direito, ele foi bastante criticado e só ganhou espaço no clube depois de ser emprestado à Portuguesa e ao São Caetano.

Além de Werley, a torcida do Atlético-MG também tem reclamado bastante do volante Serginho e do meia Renan Oliveira, outros dois jogadores revelados pela base do clube. O zagueiro revela que eles conversam sobre o assunto e miram quem já vestiu a camisa do Atlético-MG como exemplo.

“A gente conversa bastante. Temos de pegar pessoas de exemplo. Tem o Mancini, Éder Luis e Lincoln. Foram contestados e tiveram carreiras maravilhosas. Isso é coisa de momento. O torcedor tem sei direito e nós jogadores temos de saber da nossa qualidade. Eu não perco confiança Ca e se não estivesse qualidade, não estaria aqui há oito anos”.
 

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