Aposentado, embaixador do Fluminense conversou com ex-companheiros e disse que gostaria de jogar

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Washington (dir.) brinca com Willian no treino
Vontade de entrar em campo contra o Nacional, do Uruguai, nesta quarta-feira, às 21h50, no Engenhão, não falta. Mas desde o dia 13 de janeiro, quando anunciou sua aposentadoria do futebol, a função de Washington nas Laranjeiras é outra. Embaixador do Fluminense na Copa Libertadores da América, o ex-atacante esteve no clube nesta terça-feira para passar sua experiência aos antigos companheiros e mostrar que confia num vitória contra os uruguaios.

“Vontade de jogar sempre dá. Por isso evito vir ao clube às vezes. Assim sofro menos. Minha vida está mais tranqüila, mas eu queria estar concentrado para participar dessa grande decisão pelo Fluminense”, disse Washington.

Mas não é só o ex-atacante que não poderá estar em campo contra o Nacional. Se Fred, como dores na panturrilha esquerda, e Rodriguinho, com uma grave lesão na coxa direita, já estão vetados, a esperança do técnico Muricy Ramalho é poder contar com Rafael Moura, que, apesar de estar relacionado para o jogo, ainda sente dores na região lombar.

“Eu conversei com o Rafael. Ele disse que as dores ainda incomodam, mas acredito que ele vai jogar”, afirmou Washington.

Vice-campeão da Libertadores em 2008, o ex-jogador sabe que depois do empate por 2 a 2 com o Argentino Juniors, na estreia, em casa, a vitória diante da equipe uruguaia passou a ser fundamental para a classificação à próxima fase.

“Não é um momento fácil. Todos sabiam que esse começo ia ser assim. Precisamos vencer, nem que seja por meio a zero. Independentemente de jogar bem e dar espetáculo. Conversei com o pessoal e senti que todos estão empolgados e confiantes em fazer uma grande partida”, disse Washington.

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