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Warner define denúncias de ex-aliado como "sem noção"

Ex-vice-presidente da Fifa foi acusado de ter votado no Catar para sede da Copa de 2022 após ter prometido ajudar os Estados Unidos

iG São Paulo |

Investigado por corrupção no caso da escolha do Catar como sede da Copa do Mundo de 2022, Jack Warner negou que tenha votado no país asiático no lugar dos Estados Unidos em pleito da Fifa, como alegou um colega. Nesta quarta-feira, o dirigente definiu esta acusação como “sem noção”, segundo o jornal britânico The Guardian.

Patrick John, presidente da Federação de Futebol de Dominica e aliado de longa data de Warner, disse a uma rádio local que o tobaguiano votou no Catar. John disse ainda que todas as denúncias contra Warner são frutos de uma conspiração de norte-americanos e ingleses por uma suposta traição. A Inglaterra perdeu o direito de sediar o Mundial de 2018 para a Rússia.

Ex-presidente da Concacaf (Confederação de Futebol das Américas do Norte e Central e Caribe) e ex-vice-presidente da Fifa, Warner renunciou aos cargos apenas três meses após o início das investigações por parte da entidade máxima. As denúncias foram retiradas.

O catarino Mohammad Bin Hammam, ex-presidente da AFC (Federação Asiática de Futebol) e que se candidatou à presidência da Fifa – desistiu posteriormente –, também foi suspenso de forma provisória por acusações de suborno. O comitê de ética da entidade irá se reunir nos dias 22 e 23 de julho para tratar do caso.

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