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Wallyson comemora volta por cima na Libertadores

Atacante driblou problemas pessoais para brilhar no torneio continental, no qual já tem quatro gols

Frederico Machado, iG Belo Horizonte |

Vippcom
Wallyson é o artilheiro do Cruzeiro na Libertadores, com quatro gols em dois jogos
Assim que um time brasileiro consegue a vaga para a Libertadores, logo começam as especulações sobre contratações de jogadores com a cara desse torneio. Os dirigentes falam muito em atletas aguerridos, de porte físico avantajado e até mesmo em estrangeiros. Mas, no Cruzeiro, esse reforço estava dentro do próprio elenco, apesar de características um pouco diferentes das citadas acima.

O atacante Wallyson é o destaque cruzeirense até aqui na Libertadores. O jogador já balançou as redes quatro vezes, duas na estreia contra o Estudiantes, da Argentina, e duas contra o Guaraní, do Paraguai.

Franzino, Wallyson tem como principal característica a velocidade. O jogador começou a temporada a todo vapor e logo conquistou a vaga de titular, depois de um ano complicado em 2010, quando perdeu seu pai e foi pouco aproveitado no time mineiro. “Tive alguns problemas no ano passado e coloquei na minha cabeça que 2011 seria o meu ano”, revela o atacante.

Wallyson lembra-se com carinho do gol que marcou contra o Palmeiras na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, uma espécie de retomada em sua carreira depois dos problemas pessoais. “Aquele gol foi muito importante para mim e para o Cruzeiro, me deu muita confiança. Depois daquele jogo, descansei nas férias e voltei para 2011 focado , com a cabeça no lugar para aproveitar as chances”, disse o jogador.

Com os quatro gols na Libertadores, Wallyson sabe que a marcação será ainda mais forte daqui para frente. “Vou tentar procurar meus espaços, não deixar os marcadores perto de mim. Temos jogadores rápidos que podem me ajudar nesse sentido”, explicou.

Apesar do sucesso momentâneo de seu comandado, o técnico Cuca é exigente. “Wallyson fica até bravo de tanto que eu pego no pé dele, para ser mais objetivo. Não adianta querer ir para cima de dez (jogadores adversários), porque vai levar porrada e tomar contra-ataque. Ele pode render ainda mais”, disse Cuca.

 

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