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Volta de Belluzzo não vai unir situação, diz Seraphim Del Grande

Presidente palmeirense vai encontrar um clube em turbulência pelas eleições de janeiro. Oposição já definiu candidato, mas situação segue sem líder

Gazeta Esportiva |

Embora dentro de campo os olhares estarão concentrados na partida contra o Goiás pela Copa Sul-Americana, o Palmeiras terá mais uma semana movimentada na política. Na quinta-feira, está prevista a volta do presidente eleito Luiz Gonzaga Belluzzo para reassumir sua cadeira após dois meses de licença em virtude de problemas de saúde. No retorno, o economista vai encontrar um clube em turbulência pelas eleições de janeiro.

O grupo da situação, que ajudou a eleger o próprio Belluzzo no início de 2009, está dividido entre as candidaturas de Salvador Hugo Palaia, presidente provisório até quinta-feira, e Paulo Nobre. "O problema é que não conseguiram dentro do clube uma unidade do lado da situação e acho difícil isso acontecer até o final do ano", afirmou Seraphim Del Grande, uma das personalidades importantes da história palmeirense - foi diretor de futebol na década de 90, considerada uma época de ouro no Palestra Itália.

Dentro do atual panorama, a vitória nas eleições ficaria com a oposição, que se fechou na candidatura de Arnaldo Tirone. Entre alguns conselheiros, a volta de Belluzzo é considerada uma última esperança para buscar a união da situação. Mas o economista também sofre o desgaste após algumas atitudes enquanto esteve no poder.

"Aconteceram algumas circunstâncias que proporcionaram um desgaste ao Belluzzo, são queixas de que ele não frequentou o Conselho Deliberativo como devia, não aparecia no clube, ia apenas a reuniões extraordinárias", explicou Seraphim Del Grande.

Membro importante do atual COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras, Seraphim Del Grande se afastou do convívio de alguns integrantes que fazem parte do Conselho Gestor formado pelo presidente em exercício Salvador Hugo Palaia. Ele não concordou com as mudanças realizadas no departamento de futebol no momento da licença de Belluzzo - saíram o vice de futebol Gilberto Cipullo e os diretores Genaro Marino e Savério Orlandi.

A propósito, Seraphim Del Grande esbanja sinceridade e conta que já definiu o apoio dentro do atual contexto político: "Meu voto ficaria com o Paulo Nobre", encerrou.

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