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Volante Fabrício reclama de Neymar e detona arbitragem brasileira

Fabrício diz que juiz caiu na encenação do santista e na pressão da torcida. Mas Ávila diz que foi justo

Victor Martins, iG Belo Horizonte |

Além da derrota para o Santos, neste sábado , na Vila Belmiro, os jogadores do Cruzeiro deixaram o gramado bastante irritados com a atuação do árbitro Francisco Carlos Nascimento. No entendimento dos cruzeirenses, o juiz exagerou ao expulsar o volante Fabrício no final da partida. De acordo com o próprio volante celeste, o cartão vermelho só foi mostrado por conta da encenação de Neymar .

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“Não foi nem falta. Eu chego assim em todo mundo. Todo jogador, não é falta. Era só escanteio. Claro que o Neymar é um jogador muito rápido e você vem com mais força e não tem como frear sem ter um contato. Acabei chutando a bola, mas o contato depois é inevitável. Acabei empurrando para me proteger. Agora, fingir que fiz soco, que pegou no rosto. Ele é um excelente jogador, sou fã dele, e se está fazendo isso, não precisa. É um excelente jogador e não precisa jogar os marcadores contra a arbitragem”, esbravejou Fabrício, que depois de elogiar o futebol de Neymar, chamou o camisa 11 do Santos de ator.

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Para Fabrício, além da encenação de Neymar, a pressão da torcida santista também pesou na decisão do árbitro. Se na semana passada foi a vez de Gilberto detonar os árbitros brasileiros, agora foi a vez do volante cruzeirense. Fabrício não deixou por menos e questionou os juízes que têm outra profissão além do apito.

“Quando a torcida grita, a gente já fica até com medo. Infelizmente, na casa dos caras, é complicado. Infelizmente, no Brasil é assim. Tem alguns árbitros que são sérios. Para outros, isso aí (apitar) é hobby. Tem árbitro que é dentista. Tem árbitro que entra aí e se acha. Tem um do Rio de Janeiro que é dentista e, teoricamente, ganha bem. Será que ele apita com tanto rigor, como se fosse a vida dele? (Tem que melhorar. Se fosse a vida deles, duvido que aconteceria. Se tivesse suspensão, eles não teriam o salário no fim do mês. Mas isso aí é um bônus para eles”.

Vermelho justo

Se Fabrício não estava nenhum pouco satisfeito com o cartão vermelho recebido depois dos 45 minutos do segundo tempo, o discurso do técnico Emerson Ávila foi outro. Apesar de lamentar a ausência de um líder do elenco no clássico diante do América-MG, o treinador cruzeirense classificou a expulsão como extremamente justa. “Eu não vi o lance do Fabrício, mas já me disseram que a expulsão foi extremamente justa”, resumiu Emerson Ávila.

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