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Vocação ofensiva embala histórico vencedor do Santos

Como nenhum outro clube, Santos une grandes conquistas à trajetória de jogadores habilidosos e artilheiros

iG São Paulo |

Gazeta Press
Neymar é o novo representante do futebol-arte santista
Não há torcedor, de qual time seja, a passar imune frente ao centenário do Santos. O time do litoral paulista completa um século de vida neste sábado colecionando glórias ímpares na história do futebol. Em primeiro lugar, é claro, porque teve o privilégio de contar com Pelé, o melhor jogador de todos os tempos.

Infográfico: A linha do tempo do centenário santista

Mas existe um “algo mais” na biografia do Santos capaz de tornar o clube querido, ou pelo menos respeitado, até pelos maiores rivais. E este “algo mais” reside em nomes como Feitiço, Araken, Jair Rosa Pinto, Pepe, Coutinho, Edu, Pita, Chulapa, Giovanni, Diego, Robinho, Ganso, Neymar... Todos jogadores de raro talento, capazes de fugir ao previsível e de vencer as mais duras defesas em nome de um objetivo: o gol. E não há torcedor que não goste de gols.

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Ao todo, o Santos balançou as redes mais de 11.793 vezes ao longo destes 100 anos e se vangloria de ser o clube que mais fez gols na história do futebol.

Além dos anos dourados da “Era Pelé”, quando a história do clube de certa forma se misturou ao tricampeonato da seleção brasileira, existe outra mítica santista que favorece a criação de uma memória afetiva em todo torcedor. Trata-se da formação de jovens craques, mais conhecidos como os “Meninos da Vila”.

A primeira geração surgiu em 1978, quando o clube comemorou seu primeiro Campeonato Paulista após a saída de Pelé embalado por garotos como Juary, Pita, João Paulo e Nílton Batata. Em 2002, quando o termo já parecia fora de moda, Elano, Robinho e Diego capitanearam uma geração que daria ao clube o Campeonato Brasileiro e abriria caminho para outra época de glórias.

Infográfico: o almanaque do centenário santista

Tal geração passou o bastão para meninos ainda mais impressionantes, capazes de devolver ao clube a glória de ser campeão continental. Com Neymar e Paulo Henrique Ganso, o Santos retomou um aspecto dos anos de Pelé: o de angariar a simpatia e a admiração de todas as torcidas, capazes de reconhecer e aplaudir o talento e a fome de gols.

Futura Press
Robinho é o segundo maior artilheiro do Santos em Libertadores, com 14 gols. Só perde para Pelé, com 17

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