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Vitória sobre o River-SE encerra 'trauma' de pênaltis no Botafogo

Equipe havia sido eliminada nas últimas cinco disputas. Última vitória aconteceu contra o Vasco, em 2007

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro |

Se a torcida do Botafogo esperava uma vitória tranquila sobre o River Plate-SE no tempo normal, vaiando o técnico Joel Santana ao final da partida, a classificação através da disputa de penalidades pelo menos serviu para encerrar um 'trauma' na equipe carioca. Desde 2007, quando derrotou o Vasco na semifinal da Taça Rio, o Botafogo não vencia uma decisão de pênaltis.

Depois da vitória, quatro anos atrás, foram duas derrotas para o Flamengo, na final do Campeonato Carioca (2007 e 2009), duas quedas na Copa do Brasil - em 2008, para o Corinthians, e 2009, para o Americano, e a mais recente neste Campeonato Carioca, na semifinal da Taça Guanabara, quando o Botafogo foi eliminado pelo Flamengo.

Para o técnico Joel Santana, que durante a semana havia reprovado o aproveitamento dos jogadores em um treino de penalidades, os jogadores mostraram personalidade e confiança na hora das cobranças contra o River-SE. "Pênalti parece que é fácil, mas é muito difícil. Está no pé do jogador a responsabilidade. Só quem jogou sabe aquela a dificuldade daquela caminhada, até bater e ter segurança. O Botafogo não gosta de pênaltis, mas os jogadores foram decididos e com a missão de fazer o gol, escolher o local e bater forte. Hoje, fomos felizes", afirmou.

Um dos batedores, o zagueiro Antônio Carlos chegou a provocar o goleiro Max, do River-SE. Após converter sua cobrança, o zagueiro Antônio Carlos foi em direção ao goleiro Max e disse algumas palavras. "Eu sempre bati pênalti bem, fiquei triste porque nas últimas penalidades contra o Flamengo não deu para eu bater. Eu me senti mal e acabei não batendo. Depois de marcar, fui lá falar para ele que tem que existir respeito na profissão. Mas acho que para eles valeu a viagem para o Rio de Janeiro", provocou o jogador.

Curiosamente, o Botafogo venceu a disputa sem seu cobrador oficial. O uruguaio Loco Abreu não pode atuar por estar se recuperando de uma inflamação no nervo ciático. A missão ficou por conta de Márcio Rosário, Herrera, Antônio Carlos e Lucas, que converteram todas as batidas. Pelo Rive-SE, Bebeto Oliveira e Fábio Júnior chutaram por cima do gol, dando a classificação ao time de General Severiano. Na próxima fase o Botafogo enfrenta o Paraná. A primeira partida acontece em Curitiba, ainda sem data definida.


 

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