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Futebol
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Vitória contra o América-MEX foi uma redenção pessoal para Souza

Após se destacar na vitória por 3 a 2, meia quer uma sequencia de jogos para recuperar condição de titular

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Contratado a pedido de Muricy Ramalho, Souza chegou ao Fluminense com status de titular. Mas depois de um início promissor, com direito a dois gols logo no segundo jogo, o meia caiu de produção e foi barrado pelo ex-treinador. Ele não reclamou, trabalhou duro e ganhou de Enderson Moreira uma nova oportunidade diante do América-MEX, quarta-feira passada. Ao lado do filho Kevin, de 8 anos, ele comemorou sua atuação na vitória por 3 a 2 e espera uma sequência de jogos para recuperar de vez a posição de titular.

“Com certeza foi um jogo de redenção. Fazia tempo que eu não sentia câimbra. Mas eu me preparei para esse jogo e estava precisando dessa oportunidade. Saí do time vencendo, porque o Muricy queria reforçar a marcação. Eu sempre respeitei as decisões de meus treinadores, mas a oportunidade apareceu e eu correspondi. Espero continuar no time até o final da temporada” disse o jogador.

Apesar de sua relação próxima com Muricy Ramalho, Souza afirma que o futebol é tão dinâmico e que no Brasil a troca de treinadores é tão comum que nem dá tempo de lamentar a saída do técnico. No momento, Souza só pensa no clássico diante do Vasco, no próximo domingo, às 18h30m, no Engenhão.

Se desde 2009 o Fluminense se acostumou a jogar no limite, como aconteceu quarta-feira contra o América-MEX, pela Libertadores, contra o Vasco não será diferente. Com sete pontos em quatro jogos, o time de guerreiros ocupa a terceira posição do Grupo B da Taça Rio e precisa vencer de qualquer jeito para não deixar e classificação às semifinais escapar de vez.

Embora o rival venha de uma excelente vitória sobre o Botafogo, que marcou a estreia de Diego Souza, o meia afirma que não se assusta com o desafio e aproveitou para fazer uma gozação no lateral-direito Mariano.

“É um desgate grande ter que jogar sempre sob pressão. É só você olhar para o Mariano que vai entender. Ele parece que já tem 40 anos. Só ele mesmo que me assusta (risos). O Vasco está embalado, tem jogadores consagrados, mas dentro de campo são 11 contra 11 e não assusta não”, disse.
 

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