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Vice-presidente não vê problema em novo fatiamento de Neymar

Odílio Rodrigues diz entender que não foi feita nenhuma operação ilegal na venda de 5% dos direitos do atacante do Santos à Teisa

Gazeta Esportiva |

A venda de 5% dos direitos econômicos de Neymar à Teisa (Terceira Estrela Investimentos S.A) segue repercutindo nos bastidores do Santos. Agora, foi a vez do vice-presidente do clube, Odílio Rodrigues, se manifestar sobre o caso. Segundo o dirigente, não foi feita nenhuma operação ilegal e, portanto, não há problemas na negociação desse pequeno percentual da Joia santista ao grupo que participa do comitê de gestão do presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro.

A Teisa conta com a participação dos conselheiros - segundo o clube, assessores da presidência e conselheiros licenciados - que integram o grupo GUIA (Gestão Unificada de Inteligência e Apoio ao Santos), além de outros investidores. "Não acho que tenha algo que não seja ético nisso. O grupo GUIA é composto por torcedores do Santos, que nos ajudam muito com a experiência que eles têm", contou Odílio, em entrevista à Rádio Cultura.

O vice-presidente alvinegro ressaltou que a Teisa funciona de uma forma diferente, por exemplo, da parceria que o Palmeiras detém com a Traffic (empresa de marketing esportivo), o que é algo positivo, no ponto de vista de Odílio Rodrigues.

"Eles só trabalham com jogadores do Santos. A diferença básica da Teisa para a parceria Palmeiras-Traffic é essa. A Teisa não compra um atleta e o coloca em outro clube. O compromisso dela é com o Santos. Nós indicamos o jogador. No entanto, é claro que em todo o negócio você tem uma margem de risco, de segurança e a margem de lucro que o parceiro pode obter. E com esses recursos, temos conseguido trazer jogadores importantes para o Santos", apontou o dirigente, fazendo menção a contratação de reforços para o time em 2010.

Odílio apontou também que não houve um favorecimento à Teisa na negociação. O vice-presidente contou que a porcentagem negociada dos direitos econômicos de Neymar também foi oferecida ao grupo DIS, parceiro do Santos nos direitos do atacante.

"Quando digo que não houve nada de irregular ou de imoral é porque o Santos solicitou a três empresários, agentes Fifa, para que eles fizessem os cálculos e avaliassem os jogadores em cima de seus valores atuais de mercado. O Neymar foi oferecido ao DIS preferencialmente, por ser o detentor dos outros 40% do Neymar. Como eles não responderam e não manifestaram interesse, oferecemos esse percentual a Teisa. Não houve favorecimento. A Teisa ofereceu esse valor (R$ 3,5 milhões) e fizemos a negociação", explicou Odílio Rodrigues.

Vale destacar que, com o novo fatiamento, os direitos econômicos de Neymar agora estão divididos da seguinte forma: 55% do Santos, 40% do próprio jogador e 5% da Teisa.

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