Ao ser questionado sobre saída de Valdivia, cartola diz que deixaria de fazer pouca coisa por 100 mi de euros

Roberto Frizzo, vice-presidente de futebol do Palmeiras , já começa a ganhar notoriedade pelas frases de efeito e metáforas que usa para dar respostas mais complicadas feitas pelos jornalistas. Nesta segunda-feira, o dirigente inventou mais uma quando questionado sobre a possibilidade da equipe vender o meia chileno Valdivia , que teve uma proposta do Catar.

“Não dá para falar se. Se minha avó não tivesse morrido, ela estaria viva”, disse o dirigente, que voltou a usar a criatividade quando parou na insistência de um dos repórteres. “Já que você quer falar em hipótese... Se recebêssemos uma proposta de 100 milhões de euros (cerca de R$ 270 milhões), claro que venderíamos. É difícil saber o que não faria por 100 milhões de euros. Eu deixaria de fazer poucas coisas por 100 milhões de euros e aposto que você também. Talvez quisesse esquecer o que fez para ganhar, mas aposto que aceitaria a proposta”, disse Frizzo.

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Alguns repórteres caíram na risada, assim como o vice-presidente, que afirmou. “Vocês gostam, né? Faço maldade com ele (jornalista) e todo mundo se diverte”, brincou Frizzo.

O cartola, no entanto, também soube falar sério e afirmou que em nenhum momento, Luiz Felipe Scolari, sua comissão técnica e a diretoria pensaram em vender o camisa 10 por uma proposta que não seja, “como o próprio nome diz, irrecusável”.

“Não temos a menor intenção de negociar o Jorge. Ele é um jogador de qualidade, tem habilidade, bom toque de bola e acrescenta muito ao Palmeiras. Não vamos vender”, completou o dirigente que recusou uma proposta de cerca de 8 milhões de euros pelo chileno.

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