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Futebol
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Vice de futebol teme abatimento dos jogadores após AVC de Gomes

Mandarino revela que grupo está psicologicamente abalado e quer auxiliar comandando time para manter bom ambiente

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Enquanto aguarda o pós-operatório de Ricardo Gomes, submetido a uma cirurgia para drenagem de um coágulo do lado direito do cérebro em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico sofrido no domingo , a diretoria do Vasco tem como preocupação, além, claro, da recuperação do treinador, evitar que os jogadores transfiram o abatimento com o triste episódio para dentro de campo.

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Ainda na noite de domingo, durante a visita ao Hospital Pasteur, onde o treinador foi operado e permanece sedado e em observação por 72 horas, o vice-presidente de futebol, José Hamilton Mandarino, confidenciou aos jornalistas que o time ficou abalado durante a remoção no treinador do banco de reservas para o posto médico do Engenhão em uma ambulância.

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E mais: após tomarem conhecimento da gravidade da lesão, os jogadores ficaram visivelmente emocionados. Mandarino teme que a parte psicológica seja o principal adversário do elenco neste início de segundo turno do Campeonato Brasileiro .

Futura Press
Ricardo Gomes passa mal no Engenhão e recebe atendimento médico
“Mais importante do que parte tática, trabalho físico ou regenerativo é não deixá-los se abaterem. Eles estão muito emocionados. Sentimos isso. Temos de cuidar do psicológico dos jogadores”, advertiu o dirigente vascaíno.

Para não alterar a rotina do futebol, a diretoria vai manter o auxiliar-técnico Cristóvão Borges como treinador. Com isso, os dirigentes apostam pelo menos na manutenção do bom ambiente de trabalho.

Ricardo Gomes ficará em observação nos próximos três dias. Como a hemorragia atingiu o lado direito da região temporal do cérebro, responsável pela fala e pelos movimentos, caso haja sequelas, o treinador vai precisar de fisioterapia intensiva por tempo indeterminado.

De qualquer forma, de acordo com o médico vascaíno Clovis Munhoz, mesmo que o pós-operatório seja um sucesso, Gomes não terá alta antes de oito ou dez dias. Neste período, a intenção é manter o auxiliar no comando da equipe.
 

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