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Viáfara quebra silêncio e deixa futuro em aberto

Goleiro avaliou que a pressão sobre o elenco no momento é maior que na decisão da Copa do Brasil

Gazeta Esportiva |

Após dois meses sem dar entrevista, o goleiro Viáfara quebrou o silência. Em entrevista ao Correio da Bahia, ele comentou sobre a má situação do Vitória no Campeonato Brasileiro e seu futuro no clube, que pode depender da permanência na Série A. Com 41 pontos e menos vitórias que o Atlético-GO, o time baiano precisa vencer o goiano no domingo.

"Uma certeza é que se o Vitória cair, não saio. Ficaria para levar o Vitória de novo ao lugar onde encontrei. Seria uma trairagem da minha parte, mas o Vitória fica", afirmou o confiante arqueiro rubro-negro que classificou o duelo com o clube goiano como o mais importante da sua vida. "Nunca fui rebaixado. É o mais importante da minha vida e talvez o último aqui", lamentou.

Na expectativa do jogo de domingo, Viáfara admite não estar conseguindo dormir direito e avaliou que a pressão sobre o elenco no momento é maior que na decisão da Copa do Brasil, contra o Santos. "Na Copa do Brasil, o favorito era o Santos, pelo time, por tudo, e a gente estava pela primeira vez na final. Quase todos os jogadores pegaram o Vitória na Série A, então a pressão é grande", confirmou.

"É difícil ter um sono bom. Já tive tanto sonhos positivos quanto negativos. Sonhei com a vitória por 1x0, com gol de Júnior, daquele jeito dele: gira e bate forte. E depois, a torcida gritando: Diabo Loiro, Diabo Loiro...", contou o jogador de 32 anos.

Vice-campeão da Copa do Brasil e tetracampeão baiano, o Vitória desandou no Campeonato Brasileiro, e Viáfara sabe o que aconteceu: a má campanha dentro de casa e a constante troca de treinadores. O Leão conquistou apenas 49% dos pontos no Barradão e foi comandado por Ricardo Silva (duas vezes), Toninho Cecílio e Antônio Lopes. "A pedra no sapato foi não conseguir vencer em casa. Depois da Copa do Brasil essas mudanças de treinador também complicaram", analisou.

Por fim, Viáfara explica por que ficou dois meses sem dar entrevista. "Era o momento de ficar calado, trabalhar, trabalhar e dar resposta em campo. Não pelas críticas, mas por dizer que eu era barqueiro, negativo, que queria afundar o Vitória. Falar de erro é normal. É trabalho da imprensa, que tem que falar bem e criticar, mas quem não conhece o dia a dia acaba falando o que não sabe", concluiu o ídolo rubro-negro.

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