Ao lado de Marquinhos Paraná e Fabrício, novo volante do Santos marcou época com a camisa do time mineiro

A venda do volante Henrique para o Santos, oficializada na última quinta-feira , marcou o fim de uma era que já durava mais de três temporadas no Cruzeiro. Henrique , Marquinhos Paraná e Fabrício chegaram juntos ao time em 2008 e fizeram um meio-campo muito elogiado pelo país, tido com o alicerce de sustentação do Cruzeiro nos últimos anos.

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Henrique, Marquinhos Paraná e Fabrício chegaram ao Cruzeiro a pedidos do ex-técnico do time Adilson Batista, que hoje comanda o São Paulo . O primeiro deixou o time com 179 jogos, enquanto Fabrício tem 132 e Marquinhos Paraná já tem 201 partidas com a camisa azul. Juntos, conquistaram três Campeonatos Mineiros e foram vice-campeões da Libertadores (2009) e do Brasileirão (2010).

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Em sua despedida, Henrique falou sobre as parcerias de sucesso com os dois colegas. “A gente vai manter contato. Eu e Paraná já estamos juntos desde 2005. Com o Fabrício, foi desde 2007. Eles vão sentir minha falta”, brincou Henrique. Antes de chegar ao Cruzeiro, Henrique atuou ao lado de Paraná no Figueirense e também no Jubilo Iwata, do Japão. Já com Fabrício, trabalhou no futebol japonês e na Toca da Raposa II.

Além do entrosamento dentro de campo, os três jogadores também se davam bem fora das quatro linhas. Ao retornar da cirurgia que fez no púbis, em junho, Fabrício falou com carinho dos parceiros de meio-campo. “Fico feliz por voltar a atuar com eles. Realmente, conheço o Marquinhos e o Henrique há bastante tempo, jogamos juntos há cinco anos. Então, é muito bom, pois esses dois nunca me deixaram na mão. Da mesma forma, eu procuro sempre estar ajudando eles”, afirmou o volante cruzeirense na época.

Marquinhos Paraná já ultrapassou a marca de 200 jogos pelo Cruzeiro e recebeu uma homenagem da diretoria cruzeirense na partida contra o Bahia, pelo Brasileirão . O jogador pode até mesmo encerrar sua carreira em Minas Gerais.

“Não sei, tenho contrato até o final do ano e deixo acontecer, entrego nas mãos de Deus, porque Ele sabe o que é melhor. Procuro trabalhar, porque fazendo o melhor em campo as coisas acontecem”, concluiu.

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