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Vasco volta a ser vencedor em 2011 e faz jogadores terem ambição

Ao contrário de temporadas passadas, elenco fala em fazer história no clube e na seleção brasileira

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

O Vasco é hoje um clube mudado. Na verdade, sua história atual remete aos bons e vencedores tempos de grandes conquistas. Diferentemente de formações com as do começo dos anos 2000, o time é brigador e, como os jogadores costumam dizer, tem "perfil de campeão". Provou isso na Copa do Brasil e está provando novamente ao liderar o Campeonato Brasileiro . Basta observar o discurso de alguns atletas e logo se percebe a diferença.

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Nas equipes que lutavam para não cair no Brasileiro e sequer chegavam em condições de brigar no estadual (entre 2004 e 2010), o discurso era pautado na permanência do grupo na divisão de elite do futebol nacional. Quando muito, o sonho da vaga na Libertadores. Hoje, o panorama é diferente. A exemplo do tempo em que o clube cedia vários jogadores para a seleção, o Vasco volta a ser grande.

Arquivo pessoal
Dedé exibe a taça conquistada com a seleção brasileira
Há cinco anos, o clube não cedia um jogador para a seleção brasileira. O último foi Morais. Este ano, três já foram chamados por Mano Menezes. O zagueiro Dedé foi o primeiro. O seu discurso fala em ficar e fazer história. O jogador foi titular nas duas partidas contra a Argentina, no Superclássico das Américas .

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“Valeu muito essa experiência, estou feliz demais pela conquista, por ter participado. Teremos mais jogos pela Seleção e espero continuar na mesma pegada. Quero ir bem e voltar mais vezes para a seleção", frisou o zagueiro, que esteve em sua quarta convocação e no domingo viaja novamente, desta vez para San Jose, na Costa Rica, para o amistoso do dia 7. Há anos um atleta vascaíno tinha tamanha ambição.

Outro que também sonha alto, ratificando o momento atual, é Fernando Prass . O goleiro foi apontado por Carlos Germano, hoje seu treinador, como seu sucessor no gol vascaíno . Germano defendeu gol de São Januário nos Brasileiros de 97 e 2000, na Mercosul (2000) e na Libertadores (98). No entanto, para que o camisa 1 fosse reconhecido e respeitado, era preciso conquistar título.

Germano é fã de Prass, acredita que atual goleiro o fizesse sombra ali no fim dos anos 90, mas ainda lhe faltavam conquistas. O goleiro concorda. Porém, agora que veio o primeiro, ele já sonha com o nome eternizado na história do Vasco.

“Não me coloco no mesmo patamar do Germano porque ele ganhou muita coisa, talvez os títulos mais importantes. Eu agora tenho uma Copa do Brasil, quem sabe vem o Brasileiro, a Sul-Americana...E se no ano que vem a gente ganhar a Libertadores, aí acho que fico marcado. Já tem a minha foto ali, oha”, diz o goleiro, apontando para o pôster da Copa do Brasil decorando a sala de imprensa de São Januário.

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