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Vasco reconhece dificuldade para encontrar um técnico no mercado

Diretor executivo do clube também declarou que meias Felipe e Carlos Alberto podem ser reintegrados

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro |

A expectativa da diretoria vascaína era de anunciar o nome do novo treinador da equipe antes do clássico contra o Flamengo, no último domingo. Porém, com problemas financeiros e o momento de crise vivido na equipe, alguns nomes sondados não aceitaram assumir a equipe, que ainda não conquistou nenhum ponto no Campeonato Carioca.

Por isso, o diretor executivo do Vasco, Rodrigo Caetano, admitiu que não existe prazo para anunciar o nome do novo treinador. "Infelizmente, está muito complicado de achar um nome no mercado. Traçamos um perfil e a diretoria chegou a um consenso com alguns nomes, mas esta negociação nunca é fácil. Não podemos iludir o torcedor e muito menos vocês (imprensa). Não temos um prazo exato para essa definição quanto ao técnico. É complicado, mas vamos tentar fechar o quanto antes”, disse o dirigente.

O português Carlos Queiroz, que comandou a seleção de Portugal na última Copa do Mundo, foi um dos treinadores que recusou o convite para assumir a equipe. Um dos nomes procurados pela diretoria é de Ricardo Gomes, ex-treinador do São Paulo. Silas também agrada alguns membros da diretoria vascaína.

AE
Ricardo Gomes treinou o São Paulo em 2010 e tem passagens pelo PSG e seleção brasileira sub 23

Felipe e Carlos Alberto
Afastados pela diretoria após a derrota contra o Boavista, que também determinou a saída do técnico PC Gusmão, os meias Carlos Alberto e Felipe podem ser reintegrados ao elenco. Segundo Rodrigo Caetano, tudo passará pela avaliação do treinador escolhido pelo Vasco.

"A punição aos jogadores foi temporária. Eles podem ser negociados ou reintegrados, ainda vamos avaliar. Nós precisamos avaliar e lembrar que são grandes jogadores e ídolos do clube em períodos diferentes. O nosso próximo treinador também será ouvido nesta questão", declarou o dirigente.

Apesar da situação indefinida, os dois jogadores devem ter o mesmo destino. Tanto em caso de negociação, quanto na reintegração. "Também era preciso preservar os dois. Não sei o que acontecerá, mas tem que ser algo bom para o clube. Acho pouco provável que os dois tenham destinos distintos", finalizou Rodrigo Caetano.

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