Clube consegue na Justiça do Trabalho liberação de parte da verba de patrocínio da Eletrobras

O Vasco ganha nova injeção de ânimo para o jogo desta quarta-feira, em São Januário, pelo Campeonato Carioca , contra o Volta Redonda. À tarde, o clube conseguiu na Justiça do Trabalho a liberação de parte da verba referente ao contrato de patrocínio da Eletrobras. A quantia de R$ 4,5 milhões servirá para pagar os atrasados de jogadores e funcionários.

Foi preciso a intervenção do Sindicato dos Clubes, pois o Vasco não apresentou a certidão negativa de débito para ter o valor total de R$ 14 milhões. O Sindicato conseguiu fazer valer o direitos dos funcionários de receber os atrasados.

Antes da notícia, contudo, os jogadores já haviam decidido que voltariam a se concentrar, a exemplo do clássico de domingo contra o Fluminense. Antes, como forma de protesto, eles haviam desprezado a concentração nas partidas contra Bangu, Friburguense e Nacional-URU.

Os problemas de desgaste ligados aos salários atrasados começaram na pré-temporada. Houve quatro reuniões entre os jogadores e os dirigentes. Com parte dos direitos de imagem sem pagar e o 13º atrasado, houve a “rebelião”. Mas de forma pacífica, pois a direção sequer puniu ou ameaçou punir os líderes do protesto: Felipe, Alexsandro, Fernando Prass, Diego Souza e Juninho Pernambucano. Há uma semana, o 13º foi quitado.

Porém, mesmo com os salários em dia, o atacante Alecsandro afirmou que os jogadores voltarão e pedir o fim da concentração, tentando adotar o modelo europeu de se apresentar apenas no dia do jogo.

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