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Vasco evita declarações polêmicas antes do jogo com Náutico

Ordem é medir as palavras na chegada aos Aflitos para não repetir hostilidade contra o ABC em Natal

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

O Vasco viaja nesta segunda-feira para Recife, onde enfrenta, na quarta, o Náutico, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Na bagagem, uma recomendação: evitar declarações polêmicas como as de Dedé em Natal, contra o ABC. O zagueiro disse, às vésperas da primeira partida entre as duas equipes na fase anterior do torneio, que desconhecia e “atropelaria o adversário”. A frase causou revolta no torcedor local, que hostilizou os jogadores vascaínos os 90 minutos.

Desta vez, o lema é boca fechada. O técnico Ricardo Gomes dosou bem as palavras ao comentar o duelo desta semana. A exemplo do compromisso frente ao ABC, o Vasco faz o primeiro jogo fora e decide a vaga em casa, dia 27 de abril. Perguntado sobre o adversário, o treinador pensou duas vezes para responder:

“Conheço, sim. Mas vou conhecer melhor com informações que vamos colher depois. Lógico que até a hora do jogo, a gente vai estar preparado. De antemão, sabemos que se trata de um time de tradição e que complica muito as partidas dentro dos Aflitos”, disse Ricardo Gomes, enfatizando que o conhecimento sobre o rival virá das informações e vídeos analisados pela comissão técnica e apresentado ao elenco na preleção.

É nesta tecla que bate o goleiro Fernando Prass, defensor de Dedé. Segundo o goleiro, o zagueiro quis dizer que não conhecia o adversário porque o treinador ainda não havia definido a estratégia para a partida.

“Ali foi um mal entendido. Ele (Dedé) quis dizer isso, que a comissão não tinha feito a preleção com as informações sobre o ABC. Dedé não fez por mal”, defende o goleiro vascaíno.

Bernardo, por sua vez, não esconde que espera uma guerra em Recife. Independentemente das informações sobre o Náutico, o meia prevê muita dificuldade para o Vasco no jogo de ida.

“Sabemos que lá em Recife, o time deles vai botar pressão. O estádio vai estar lotado e precisamos tomar cuidado. Copa do Brasil é uma competição difícil, não tem como recuperar depois. São só dois jogos. E tem o gol fora de casa, que é importante. Se a gente conseguir marcar lá e não sofrer nenhum, facilita nossa vida no jogo volta, no Rio”, disse o meia.
 

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