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Vasco deve protestar na Conmebol, mas Dinamite pede cautela

Dirigentes, jogadores e comissão técnica do time brasileiro entenderam que o resultado foi influenciado pela arbitragem

Gazeta |

Hilton Mattos
Presidente do Vasco, Roberto Dinamite, pediu cautela aos dirigentes
A diretoria do Vasco deverá encaminhar um ofício à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) nos próximos dias reclamando da atuação do árbitro Enrique Osses, do Chile, no empate por 1 a 1 da equipe carioca com o Libertad, na noite dessa quarta-feira, em Assunção, no Paraguai.

Veja também: Dirigente do Vasco lamenta arbitragem confusa na Libertadores

Os dirigentes, jogadores e membros da comissão técnica do time brasileiro entenderam que o resultado da partida foi influenciado pelo trio de arbitragem. Apesar disso, o clube estuda a melhor maneira de protestar, já que não quer ver arranhado o bom relacionamento que mantém com a entidade.

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O presidente Roberto Dinamite alertou os demais dirigentes sobre a importância de terem cautela com a maneira como vão reclamar da Conmebol. Na tarde de quarta-feira, antes do jogo, uma comitiva de dirigentes vascaínos foi recebida pelo presidente da entidade, Nicolás Leoz, que se mostrou muito disposto a declarar o título sul-americano conquistado pelo clube em 1948 como a primeira edição da Copa Libertadores. A entidade já reconhece o Cruzmaltino campeão sul-americano daquele ano, mas ainda não deu ao torneio os status de uma Libertadores.

Confira também: Vasco empata com o Libertad em jogo marcado por polêmicas

As polêmicas com o árbitro Enrique Osses começaram no primeiro tempo, quando o chileno mostrou insegurança para conter os ânimos dos atletas em campo. Pivô da confusão, Diego Souza sofreu uma dura falta por trás e viu seu marcador sair ileso do lance. Na jogada seguinte, o atleta deu o corpo para proteger uma bola e acabou sendo expulso, acusado de ter acertado uma cotovelada no paraguaio.

A segunda etapa de jogo ainda foi marcada por uma série de faltas consideradas equivocadas pela comissão técnica cruzmaltina, que causaram grande irritação e desequilíbrio emocional nos jogadores vascaínos. Apesar do cartão vermelho mostrado a Núñez, o árbitro não viu Fagner ser agredido com um pontapé nos minutos finais de jogo e poupou cartões amarelos em duras divididas no campo ofensivo dos cariocas.

"Eu esperava que o resultado do jogo fosse construído somente com as situações que aconteceriam dentro das quatro linhas. Infelizmente, não foi isso que aconteceu. Mas isso tudo é Libertadores. Agora temos a oportunidade de igualar em São Januário e vamos buscar a vitória em nossos domínios na próxima semana", declarou Daniel Freitas.

Pela Copa Libertadores o Vasco voltará a campo já na próxima quarta-feira, às 22 horas (de Brasília), quando recebe o próprio Libertad, em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ). Existe grande expectativa sobre a maneira como os brasileiros tratarão o time paraguaio, pois os cruzmaltinos ficaram revoltados com algumas situações em Assunção.

O elenco do Vasco, por exemplo, só conseguiu fazer o reconhecimento do gramado onde foi realizado o jogo porque assinou um termo se comprometendo que seus atletas não usariam chuteiras.

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