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Valdivia deve ter condições para estreia

Chileno está evoluindo bem e pode estar à disposição de Felipão para pegar o Botafogo no dia 15

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

O preparador físico do Palmeiras, Anselmo Sbraglia, é cauteloso, mas dá a entender que Valdivia não terá problemas para atuar na estreia do Palmeiras contra o Botafogo de Ribeirão Preto no dia 15 de janeiro.

Ele explica que o chileno está conseguindo fazer todas as atividades normalmente, assim como todos os outros jogadores do time.

"Realizamos dois dias de avaliações, ele passou como todos os outros, está apresentando um quadro normal e por isso está treinando. A evolução para jogar dia 15 depende do dia a dia. Cada treinamento ele dá uma resposta e, por meio disso, vamos ter um parâmetro para poder colocá-lo ou não contra o Botafogo", explicou, para depois completar.

"Ele não tem reclamado de dores, mas estamos tendo muito cuidado com ele e todos os outros. Em 30 dias eles descansaram, então todos os cuidados são da mesma importância", explicou.

Antes de encarar o Botafogo, o Palmeiras tem um jogo amistoso no dia 12 de janeiro, contra o XV de Piracicaba. Valdivia ainda é dúvida.

"Hoje à tarde será feito um trabalho com bola e vamos ver a evolução. Se for boa, como tem sido até agora, vamos pensar se colocarmos no amistoso, mas é cedo para cravar alguma coisa. Ele está curado de lesão, fez uma avaliação total e foi feito tudo com segurança para trabalhar. Em relação a contusão do ano passado, os médicos garantiram que não existem mais", finalizou.

Sobre a polêmica da assinatura da carta de recomendações durante as férias, Sbraglia preferiu não dar sua opinião. Ele disse que a tentativa palmeirense foi apenas para ajudar o jogador a voltar melhor para a pré-temporada.

"As recomendações foram para todos os atletas. Em dezembro, a gente passa uma sugestão, não é obrigatório. Férias são para serem aproveitadas. Passamos algumas sugestões para fazer, mas nunca vai ser cobrado, nem ter multa para saber se fez ou não. Foi passado para ele e para todos, e eu nem perguntei pra ninguém se fez ou não, fica a cargo de cada um. Não é obrigatório. É sugerido para um atleta sofrer menos. Dá para ter uma noção se alguém fez, mas não dá para cravar. Como ele quer voltar, jogar, ele deve ter feito algum trabalho para poder voltar numa situação normal como outros atletas. Alguns com certeza fizeram, outros com certeza não fizeram. Mas, como falei, era uma sugestão", finalizou.

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