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Valdívia critica diretor e diz querer ficar

"Ele não é diretor", afirmou o meio-campista chileno sobre diretor de futebol Wlademir Pescarmona

Gazeta |

O meia Valdívia tentou apaziguar os ânimos das fortes declarações que deu nesta segunda-feira, e as repercussões ainda maiores que elas geraram. O chileno demonstrou estar magoado com as críticas que recebeu da diretoria do Palmeiras, afirmando que não quer sair do clube e que só quer ser respeitado pelos cartolas alviverdes, bem como o técnico Luis Felipe Scolari.

Valdívia reclamou diretamente da diretoria ao ficar como o grande vilão da história, em que teriam dito que ele até pensava em sair do clube e não teria se esforçado para atuar enquanto lesionado. O jogador refutou as críticas recebidas principalmente pelo diretor de futebol do time, Wlademir Pescarmona.

"Ele não é diretor", criticou. "Para mim uma pessoa que trata mal os jogadores não merece comentários. E ele ainda foi falar do meu pai. Depois fui falar com ele, que disse que estava tirando sarro da imprensa", reclamou, em entrevista à TV Bandeirantes.

O Mago voltou a afirmar que quer ficar do clube, por mais que esteja sofrendo com as críticas. "Nunca pensei (em sair), falei que queria ser respeitado não como jogador, mas como pessoa. Não posso pedir para ser respeitado como jogador porque ainda não fiz nada pelo Palmeiras, como fizeram Marcos e Ademir da Guia", explicou.

Após ser acusado pelo técnico Luís Felipe Scolari de não se empenhar na recuperação de uma lesão muscular na coxa, Valdívia ainda afirmou que tem um relacionamento comum com Felipão, e ainda se esquivou de reclamações quanto ao atraso de salários.

"O relacionamento é bom, de jogador e técnico. Com o Caio (Júnior, em 2007) o relacionamento era bom, eu era o capitão", afirmou. "Sei que eles (dirigentes) brigam para acertar os salários", afirmou, revelando ainda ter recebido propostas para sair, mas nenhuma que o agradasse.

"Apareceu proposta, mas é do mundo árabe, mas até lá eles falam que tem dinheiro e ficaram sem me pagar (risos)", brincou, relatando ter conversado extra-oficialmente com Corinthians e São Paulo por iniciativa dos rivais, mas que nunca quis assinar contrato com eles.

"Com o Andrés não foi nada oficial, ele só perguntou como estava minha situação, se eu ia voltar para o Brasil, e eu disse que ia voltar para o Palmeiras (risos). Com o São Paulo eu até recebi alguma coisa pelo meu empresário. Eu não quero jogar em um outro time do Brasil que não o Palmeiras", afirmou, refutando as especulações dos últimos dias.

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