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Futebol
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Uruguaios ignoram distância para apoiar o Fluminense

Criada em 2000 por Fracisco Legnani e Xavier Legnani e Daniel Macri, Fluruguay já tem 120 sócios espalhados por oito cidades do vizinho sul-americano

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Existem coisas que não se explicam, apenas acontecem. O amor dos uruguaios Daniel Macri, Francisco Legnani, Xavier Legnani e Rodolfo Munoz pelo Fluminense é uma delas. O flerte começou em 1991, quando Francisco folheava a revista espanhola Grandes Clubes da América e da Europa e lá estava o Fluminense. O interesse foi grande e o torcedor do Penarol apresentou o clube brasileiro para alguns amigos. A empatia foi imediata e tornou-se uma verdadeira paixão, concretizada em 2000, quando ele e alguns amigos fundaram a Fluruguay.

O que começou como uma curiosidade de alguns apaixonados por futebol, tornou-se mania e amor de verdade. Às vésperas de completar 20 anos de vida, dez oficialmente, a torcida já conta com 120 loucos de oito cidades diferentes do Uruguai.

Não tem explicação. Eu estava vendo a revista, me interessei pela história do clube e me apaixonei. Quando o  Renato Gaúcho, que é um Deus para gente, foi contratado, então, fiquei ainda mais fanático. O Fluminense hoje faz parte da minha vida. Eu tenho até uma tatuagem com o escudo do clube no meu pé, disse Francisco Legnani.

Presentes ao Maracanã na final da Libertadores em 2008, eles lamentam não poder acompanhar o Fluminense de perto como gostariam. Mas a paixão pelo clube das Laranjeiras é tão grande que eles encontraram uma maneira de não ficar tanto tempo sem ver seus ídolos de perto.

Infelizmente não podemos vir sempre que queremos, pois a distância é enorme. Mas não podíamos ficar de fora da final do Brasileiro. Mas todo ano nós viajamos para Porto Alegre quando o Fluminense enfrenta Grêmio e Internacional, explicou.

Ansiosos como todo torcedor do Fluminense, Daniel afirma que não dorme direito há três dias com a proximidade do título. Com os ingressos garantidos para o jogo contra o Guarani, graças a amigos da Young Flu - maior torcida do clube -, o advogado afirma que o nervosismo é tanto que deixou um cliente falando sozinho essa semana.

Três dias antes da viagem eu já estava tenso. Estava com num cliente numa reunião importante e enquanto ele me falava sobre um processo eu só pensava no jogo, no time que o Muricy iria escalar e em tudo relacionado à partida, lembra, às gargalhadas, Daniel.

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