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União e concentração ditam semana no Atlético-PR

Time adota regime de concentração, intensifica trabalhos físicos e se une contra o rebaixamento

Leonardo Fagundes, iG Curitiba |

Gazeta Press
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A vitória sobre o Flamengo no último domingo não aliviou nem um pouco a dramática luta do Atlético-PR contra o rebaixamento. No entanto deu motivação extra ao time, que vem assimilando bem o regime quase militar do técnico Antonio Lopes e do preparador físico Riva Carli.

Com jogo somente no domingo, os atletas já estão concentrados no CT do Caju e serão liberados somente após a partida contra o Figueirense, na Arena. Com a semana cheia, todos os dias serão de treinos em dois períodos e com grande intensidade de trabalhos físicos.

"O que não pode, que eu sempre falo no Atlético ou em outras equipes onde eu trabalhei que tem um centro de treinamento excelente, é que não podemos confundir com SPA. Aqui não é SPA, aqui é lugar de trabalho. Então, o atleta tem que trabalhar, descansar, trabalhar e descansar. Esse é o ritmo dele", explicou o preparador físico.

Os jogadores vem assimilando bem os fortes treinos, apesar de não poupar Riva de apelidos como Jason ou Chuck. Apesar disso, concordam com ritmo para melhorar o condicionamento físico.

"Ele pega pesado, mas sabe o que está fazendo. É um trabalho forte, mas a gente sente o resultado dentro de campo", avaliou o volante Renan.

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Riva Carli também destacou a importância do espirito de união e pegada dos atletas na luta contra o rebaixamento. Com 22 pontos, o Atlético-PR é o 18º colocado e vai precisar de um aproveitamento superior a 50% nos últimos 15 jogos para escapar da degola.

"O importante é o atleta estar dentro do grupo de trabalho, não importando se ele não está com o condicionamento físico especial e muito bem preparado ou se ele está com uma pequena dor. O importante é o estado de espírito do jogador. O atleta tem que se superar. Às vezes, você não está 100%, mas você tem que dar mais do que 100%", finalizou Riva.

"Quem vai resolver somos nós, jogadores. Às vezes, tem a palestra do Lopes, tem a parte tática, tem a motivação do Lopes. Mas quem tem de tomar a iniciativa somos nós, os jogadores. Falamos sobre o sofrimento que foi em 2009. O importante é todo mundo estar junto, estar no mesmo barco", acrescentou o experiente meia Paulo Baier.

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