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Um ano após primeira ¿travessura¿, Neymar não dispensa ousadia

¿Não mudou nada, só a idade, tinha 18 e hoje tenho 19 anos. Eu continuo sendo atacante e fazendo gols¿

Samir Carvalho e Bruno Winckler, iG Esporte |

Praticamente um ano depois de sua “primeira travessura” na carreira, quando aplicou um chapéu no zagueiro Chicão com a partida paralisada no clássico contra o Corinthians pelo Campeonato Paulista de 2010, Neymar reencontra o arquirrival neste domingo, às 16h (de Brasília), no estádio do Pacaembu, pela nona rodada do Estadual.

Questionado se está mais maduro um ano após o lance polêmico, Neymar desconversa, responde com ironia, mas evita dizer que perdeu a ousadia dentro de campo.

“Mudou muito. Ano passado eu tinha 18 anos e hoje tenho 19. Não mudou nada, só a idade, eu continuo sendo atacante, fazendo gol, e espero que possa jogar (neste domingo) e fazer gol também”, afirmou Neymar.

A polêmica partida aconteceu no dia 28 de fevereiro de 2010, na Vila Belmiro, e o Santos venceu por 2 a 1. O lance polêmico de Neymar ocorreu no segundo tempo. O atacante santista aplicou o chapéu em Chicão quando o zagueiro se aproximou com o intuito de pegar a bola para cobrar um impedimento marcado pela arbitragem. A atitude de Neymar gerou revolta nos corintianos.

Se não bastasse, no reencontro das duas equipes um mês depois, Neymar prometeu dar outro chapéu em Chicão em entrevista coletiva antes do clássico. “Não temo o Chicão. O que aconteceu é passado. Não tenho que pensar nisso. Se der para dar o chapéu, vou dar. Se tiver a mesma situação na hora e der vontade, porque não daria?” disse Neymar na época.

Já no clássico deste domingo entre Corinthians e Santos, Neymar não terá a oportunidade de repetir o lance em Chicão. Isso porque, o zagueiro sofreu uma lesão na coxa direita ainda no primeiro tempo do jogo contra o Mogi Mirim na última quinta-feira, no Pacaembu, e foi vetado pelo departamento médico.

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Neymar provocou a demissão de Dorival
Confira polêmicas de Neymar em 2010

Chapéu em Chicão
A primeira polêmica aconteceu no Campeonato Paulista. Neymar aplicou um chapéu no zagueiro Chicão, do Corinthians, com o jogo parado.

Chapéu em Marcinho Guerreiro
Apesar de receber muitas críticas na época por causa do chapéu em Chicão, o atacante voltou a repetir o lance contra o volante Marcinho Guerreiro, do Avaí, pelo Campeonato Brasileiro.

Polêmica religiosa
O atacante se recusou a visitar um lar espírita durante a Páscoa alegando motivos religiosos. Juntamente com vários jogadores do elenco, Neymar se recusou a descer do ônibus. Depois de receber muitas críticas, o atacante fez a visitação, liderada pelo volante Roberto Brum.

Chegou atrasado à concentração
Juntamente com Madson, Paulo Henrique Ganso e André, o camisa 11 chegou atrasado a concentração santista. Os atletas chegaram às 3h da manhã, e foram afastados do jogo contra o Atlético-GO, no Serra Dourada.

Pênaltis
Os pênaltis fizeram parte das polêmicas de Neymar. O jogador irritou os goleiros ao utilizar a “paradinha”, entre eles Rogério Ceni, que criticou o atacante após sofrer o gol na cobrança de pênalti. Se não bastasse, Neymar irritou a torcida santista ao desperdiçar um pênalti contra o Vitoria, na final da Copa do Brasil. Na ocasião, o jogador usou a “cavadinha” e chutou a bola nas mãos do goleiro.

Deboches e mais confusões em campo
Neymar ainda foi acusado de deboche pelo técnico Antônio Lopes. O treinador acusou o atacante de ter feito referencias ao seu salário milionário. O camisa 11 recebeu as mesmas acusações dos jogadores do Ceará. Na ocasião, o atleta discutiu com o volante João Marcos, e a partida terminou com uma confusão generalizada, e Marquinhos foi agredido por um policial.

Neymar x Dorival Júnior
A principal polêmica aconteceu com o técnico Dorival Júnior. O atacante xingou o treinador após ter sido proibido de cobrar um pênalti. A atitude provocou ao jogador uma multa salarial, o afastamento de uma partida do Santos no Brasileiro (contra o Guarani), um pedido de desculpas em entrevista coletiva, além de ser punido por Mano Menezes, que o deixou de fora da lista de convocados para disputar dois amistosos da seleção brasileira. A principal polêmica de Neymar em 2010 ainda causou a demissão do técnico Dorival Júnior.

 

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