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Troféu atropelado por ônibus do Real Madrid vira peça de museu

Taça da Copa do Rei foi para o Museu da Federação Espanhola de Futebol, em Las Rozas, perto de Madri

EFE |

A taça da Copa do Rei que caiu das mãos de Sergio Ramos e foi atropelada pelo ônibus do Real Madrid na noite da comemoração do título virou peça de exibição no Museu da Federação Espanhola de Futebol, na cidade Las Rozas, próxima a Madri.

Como se fosse o espólio de uma batalha esportiva, o troféu aparece desconjuntado e amassado, trazendo más recordações para Ramos que, em plena euforia, deixou escapar a taça de suas mãos, quando o ônibus percorria o Paseo de la Castellana, no último dia 20 de abril.

O troféu caiu na calçada e foi arrastado pelo veículo por vários metros, lembrando a trapalhada do goleiro do Ajax, Maarten Stekelenburg, que, um mês antes, havia deixado cair a bandeja oferecida ao campeão holandês. O Real Madrid conquistou a Copa do Rei ao derrotar o Barcelona (1 a 0, gol de Cristiano Ronaldo na prorrogação). Foi seu 18º título do torneio e o primeiro desde 1993.

A taça, que mede 78 centímetros e pesa cerca de nove quilos, tem seu interior banhado por ouro de lei. Um dia depois, um novo troféu ficou exposto nas vitrines do "Tour del Bernabéu". Em seu Twitter, Ramos escreveu: "Foi um mal-entendido: a taça não caiu, ela saltou quando chegou a Cibeles e viu tantos torcedores", brincou.

O proprietário da joalheria madrilena responsável pela fabricação da taça, Federico Alegre, disse à Agência Efe que "existe um plano B para estes casos", que consiste em fazer uma réplica exata, uma vez que sempre "pode acontecer alguma coisa", afirmou.

Segundo o diário esportivo "AS", a exibição do troféu quebrado causou mal-estar no Real Madrid. Por sua vez, Pablo Ornaque, criador do centro de exposições, disse ao mesmo jornal que a taça atropelada é "uma peça de museu, que levanta curiosidade e que não tem um valor pejorativo", ressaltou.

O Museu abriu ao público no dia 21 de dezembro de 2010 e em suas salas são exibidas camisetas lendárias, bolas e outros objetos históricos internacionais, entre eles um automóvel de Alfredo Di Stéfano e a bola oficial da final da primeira Copa do Mundo, realizada no Uruguai em 1930.

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